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21/06/2012

A RATOEIRA:




“ Um rato, olhando pelo buraco da parede, viu o fazendeiro e sua esposa abrindo um pacote. Pensou lgo no tipo de comida que poderia haver ali.Ao descobrir que era uma ratoeira, ficou aterrorizado. Correu ao pátio da fazenda, advertindo a todos:

- Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira na casa!!!

A galinha, disse:

- Desculpe-me, Sr. Rato, eu entendo que isso seja um grande problema para o senhor, mas

não me prejudica em nada, não me incomoda.

O rato foi até o porco e lhe disse:

- Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira!!!

- Desculpe-me, Sr. Rato, disse o porco, mas não há que eu não possa fazer, a não ser rezar. Fique tranqüilo, que o senhor será lembrado nas minhas preces.

O rato dirigiu-se então à vaca. Ela lhe disse:

- O quê, Sr. Rato? Uma ratoeira? Por acaso estou em perigo? Acho que não!
Então o rato voltou para casa, cabisbaixo e abatido, para encarar a ratoeira do fazendeiro.
Naquela noite, ouviu-se um barulho, como de uma ratoeira pegando sua vítima. A mulher do fazendeiro correu para o que havia pego. No escuro, ela não viu que a ratoeira havia pego a cauda de uma cobra venenosa. E a cobra picou a mulher...

O fazendeiro a levou imediatamente ao hospital. Ela voltou com febre. Todo o mundo sabe que para alimentar alguém com febre, nada melhor que uma canja de galinha. O fazendeiro pegou seu cutelo e foi providenciar o ingrediente principal.

Como a doença da mulher continuava, os amigos e vizinhos vieram visitá-la.
Para alimentá-los, o fazendeiro matou o porco. A mulher não melhorou e acabou morrendo. Muita gente veio para o funeral. O fazendeiro então sacrificou a vaca, para alimentar todo aquele povo.

MORAL DA HISTÓRIA

Na próxima vez que você ouvir dizer que alguém está diante de um problema e acreditar que o problema não lhe diz respeito, lembre-se que, quando há uma ratoeira na casa, toda a fazenda corre risco. O problema de um é problema de todos.”


Conto extraído do livro Jogando Luz no Sermão, do Pr. Josué Gonçalves.


2010

QUEDA DO GOVERNO




Hoje sinto-me um cidadão a viver numa democracia que na prática não o é! Alguém perguntou ao povo se queria eleições??? A assembleia da república teve reunida 04h30. Nessas horas houve de tudo: acusações, piadas (sendo estas as mais apreciadas nos debates), troca de galhardetes etc... resumindo a culpa morreu solteira...e no fim para chumbarem o PEC ... O que já não era novidade nenhuma pois há dias que todos os partidos politicos já tinham anunciado as suas posições (que neste caso foram unânimes ) afinal quando é para se instalar uma crise de interesses e tachos novos todos concordam....mistériooooooooo).
Enfim, lá vem o FMI mandar nos "tugas" pois assim mais uma vez o novo governo a ser eleito em Junho, vai dizer que a culpa das medidas é do FUNDO...E SAFA-SE DE FININHO...ah e a culpa se calhar vai ser do sócrates.. foi ele que nos pôs na crise...sem contar com 30 anos de má gestão..de governos ps ou psd....a culpa é de todos os anteriores governos.
A culpa é de todos os que já passaram por cargos na A.R. seja como governantes ou como oposição..todos deixaram isto acontecer ah..e pelo caminho fizeram fortunas...


"Simplesmente estou farto de tanto cinismo e hipocrisia..se o FMI vier a portugal será a 3ª vez que vem salvar Portugal....em 30 anos...os milhões de contos/euros que têm sido injectados onde estão===????? no meu bolso é que não! Tenho idade suficiente para ver isto ao longo do tempo, contribuo e pago impostos...o meu vota conta mas para quê?? muda o partido muda o governo o "cheiro" é o mesmo (e para bom entendedor meia palavra basta)..dívidas atrás de dividas...crédito externo a ser pago a um juro cada vez mais alto..desemprego e salários baixos não tirando mérito aos aumentos efectuados nos últimos 6 anos (em 2004 o ordenado minimo nacional era de 380 euros) mas continuamos com um nível de vida muito baixo...pelo menos eu sim...os gestores /administradores públicos não têm porque se preocupar...há até quem ganhe mais que o Obama.... podia continuar mas os problemas todos nós sabemos...queremos é soluções e quando o governo as apresenta manda-se tudo abaixo...ora negoceiem contribuam com ideias...

lá vamos nós pagar as birras dos meninos..eleições quem as paga??? Claro o Zé Povinho... pronto
desconhecido  via mail

2011

OS EXCLUIDOS DESTA SOCIEDADE!




Impuseram-nos modos de viver, crenças, um outro estilo de existência, e o conceito da irredutibilidade do “sistema”. Tratam-nos como dados estatísticos, porque o carácter relacional do poder estabelece-se entre quem domina e quem é dominado – ou quem não se importa de o ser.. Que impostura teatral! Tantos destinos massacrados com o único fim de edificar a efígie de uma sociedade desaparecida, baseada no trabalho e não na sua ausência; tantas existências sacrificadas ao carácter fictício do adversário que se promete abater, aos fenómenos quiméricos que se pretende querer dominar e poder jugular!

Por quanto tempo aceitaremos ser enganados e ter por inimigos apenas aqueles que nos são designados: adversários desaparecidos? Continuaremos cegos diante do perigo presente, perante os verdadeiros escolhos? O navio já naufragou, mas preferimos (encorajam-nos nesse sentido) não o reconhecer e manter-nos a bordo, ir ao fundo abrigados num cenário familiar em vez de tentar, talvez em vão, qualquer forma de salvação. Seguimos assim rotinas bem estranhas! Não sabemos se é risível ou sinistro, numa altura de perpétua e crescente penúria de empregos, impossível de erradicar, impor a cada um dos milhares de desempregados – todos os dias a busca “efectiva e permanente” desse trabalho que não existe. E todos os dias, meses e anos temos que comer, dar de comer, viver com dignidade como os demais. A sucessão de recusas, de rejeições em série, faz parte de uma encenação destinada a persuadir esses “requerentes” da sua insignificância? A inculcar no público a imagem do seu abatimento e a propagar a ideia (falsa) da responsabilidade, culpada e punida, precisamente do que pagam o erro geral ou a decisão de alguns e a cegueira de todos, incluído a sua? Tantas vidas encurraladas, manietadas, agredidas por esses poetas, aldrabões e que se apagam, tangentes a uma sociedade que se retracta. E porque nos apercebemos cada vez menos deles, porque os imaginamos ainda mais desvanecidos, apagados, escamoteados desta sociedade, chamamos-lhes excluídos.

Nada há a fazer! Resta-nos a fúria da nossa repulsa e a força imparável da nossa revolta.

Que será das gerações futuras?? E esta geração que já é a geração à RASCA!
Recebido via mail

2010

PORTUGAL NÃO PODE FALHAR



Meus bons e queridos amigos

Novos rostos, embelezam o elenco governativo desta nossa ditosa Pátria, de uma “Nação Valente e Imortal”. Para um país à beira da “bancarrota”, com uma economia desorientada e desarticulada e um futuro grego, num ciclo muito complicado em termos financeiros e económicos, resta saber se estes mesmos Executivos, dotados de todas essas capacidades técnicas, denunciadas pelos Órgãos da Comunicação Social, conseguem encontrar soluções viáveis, não só na criação de emprego (um dos maiores flagelos desta sociedade), como possam, enfim, pôr em ordem as “desgovernadas contas do sector, antes de olharem para a reforma do SNS.” A tarefa que o actual Primeiro-Ministro Dr. Pedro Passos Coelho tem pela frente, como é do conhecimento público, é bastante espinhosa e ele sabe-o. Pelo menos, foi o que sempre disse durante a campanha, que o conduziu à Chefia do Governo, repetindo na sua tomada de posse: “Portugal, não pode falhar!” Deus queira que não! É que os jovens portugueses (42% com formação superior) já começam a ponderar outras mudanças, face às actuais condições económicas. “Os nossos resultados indicam um risco de “fuga de cérebros” no próximo ano, o que originará problemas significativos para as empresas e para os países que procuram recuperar da recessão”.

“Ver para crer”, é o que todos pensam e desejam. No entanto, é inacreditável, é quase insultuoso o delírio de feriados e “pontes” com que nós, os portugueses, nos deleitamos, através do número excessivo de feriados que temos anualmente. A obscenidade é atestada pelos 37 milhões de euros, que custa ao nosso PIB, cada dia em que o país está parado. É verdade! Trinta e sete milhões de euros, que este pobre e falido país terá que suportar. Agora, reparem nisso: Se multiplicarmos por todos os feriados e “pontes” que eles proporcionam…é só fazer contas! E, não basta dizer, “que somos o país europeu com mais feriados”. O problema é que, na situação em que nos encontramos, as consequências dessas mesmas “paragens laborais”, são nefastas para o país e, principalmente para a sua economia. Isso, para não falarmos das repetitivas “greves”, que ultimamente se têm vindo a registar, que é outro “quebra-cabeças” para quaisquer Governantes. Mas, para a maioria dos Sindicalistas, pouco preocupados com o “PIB Nacional”, pouco lhes interessa todos esses milhões de prejuízos que têm vindo a afectar Portugal, esquecendo naturalmente aquela equação simples e popular, que faz muita falta ao código laboral português: “Trabalha ganha. Não trabalha…Não ganha”!

Desejos de Boa sorte para o nosso novo Primeiro-Ministro, bem como para todos os restantes membros Governativos.

Por hoje é tudo! Não vos maço mais. Com admiração de sempre, aqui vai um forte ("Kandando") Abraço, dos que são maiores que os braços longos e leais como a verdadeira Amizade que sempre senti por vós...

Do sempre

Banga-Fukula / NINITO

JUNHO 2011


GERAÇÃO À RASCA



O Autor deve ter agora 60 e muitos anos...

Geração à rasca foi a minha. Foi uma geração que viveu num país vazio de gente por causa da emigração e da guerra colonial, onde era proibido ser diferente ou pensar que todos deveriam ter acesso à saúde, ao ensino e à segurança social.
Uma Geração de opiniões censuradas a lápis azul. De mulheres com poucos direitos, mas de homens cheios deles. De grávidas sem assistência e de crianças analfabetas. A mortalidade infantil era de 44,9%. Hoje é de 3,6%.
Que viveu numa terra em que o casamento era para toda a vida, o divórcio proibido, as uniões de facto eram pecado e filhos sem casar uma desonra.

Hoje, o conceito de família mudou. Há casados, recasados, em união de facto, casais homossexuais, monoparentais, sem filhos por opção, mães solteiras porque sim, pais biológicos, etc.
A mulher era, perante a lei, inferior. A sociedade subjugava-a ao marido, o chefe de família, que tinha o direito de não autorizar a sua saída do país e que podia, sem permissão, ler-lhe a correspondência.
Os televisores daquele tempo eram a preto e branco, uns autênticos caixotes, em que se colocava um filtro colorido, no sentido de obter melhores imagens, mas apenas se conseguia transformar os locutores em "Zombies" desfocados.

Hoje, existem plasmas, LCD ou Tv com LEDs, que custam uma pipa de massa.

Na rádio ouviam-se apenas 3 estações, a oficial Emissora Nacional, a católica Rádio Renascença e o inovador Rádio Clube Português. Não tínhamos os Gato Fedorento, só ouvíamos Os Parodiantes de Lisboa, os humoristas da época.

Havia serões para trabalhadores todos os sábados, na Emissora Nacional, agora há o Toni Carreira e o filho que enchem pavilhões quase todos os meses. A Lady Gaga vem cantar a Portugal e o Pavilhão Atlântico fica a abarrotar. Os U2, deram um concerto em Coimbra em 2010, e UM ANO antes os bilhetes esgotaram.
As Docas eram para estivadores, e o Cais do Sodré para marujos. Hoje são para o JET 7, que consome diariamente grandes quantidades de bebidas, e não só...

O Bairro Alto, era para a malta ir às meninas, e para os boémios. Éramos a geração das tascas, do vinho tinto, das casas do fado e das boites de fama duvidosa.

Discotecas eram lojas que vendiam discos, como a Valentim de Carvalho, a Vadeca ou a Sasseti.

As Redes Sociais chamavam-se Aerogramas, cartas que na nossa juventude enviávamos lá da guerra aos pais, noivas, namoradas, madrinhas de guerra, ou amigos que estavam por cá.

Agora vivem na Internet, da socialização do Facebook, de SMS e E-Mails cheios de "k" e vazios de conteúdo.

As viagens Low-Cost na nossa Geração eram feitas em Fiat 600, ou então nas viagens para as antigas colónias para combater o "inimigo".

Quem não se lembra dos celebres Niassa, do Timor, do Quanza, do Índia entre outros, tenebrosos navios em que, quando embarcávamos, só tínhamos uma certeza... ...a viagem de ida.

Quer a viagem fosse para Angola, Moçambique ou Guiné, esses eram os nossos cruzeiros.

Ginásios? Só nas colectividades. Os SPAS chamavam-se Termas e só serviam doentes.

Coca-Cola e Pepsi, eram proibidas, o "Botas", como era conhecido o Salazar, não nos deixava beber esses líquidos. Bebíamos, laranjada, gasosa e pirolito.

Recordo que na minha geração o País, tal como as fotografias, era a preto e branco.

A minha geração sim, viveu à rasca. Quantas vezes o meu almoço era uma peça de fruta (quando havia), e a sopa que davam na escola. E, ao jantar, uma lata de conserva com umas batatas cozidas, dava para 5 pessoas.

Na escola, quando terminei o 7ºano do Liceu, recebi um beijo dos meus pais, o que me agradou imenso, pois não tinham mais nada para me dar. Hoje vão comemorar os fins dos cursos, para fora do país, em grupos organizados, para comemorar, tudo pago pelos paizinhos..

Têm brutos carros, Ipad’s, Iphones,PC’s, …. E tudo em quantidade. Pago pela geração que hoje tem a culpa de tudo!!!

Tiram cursos só para ter diploma. Só querem trabalhar começando por cima.

Afinal qual é a geração à rasca?

2011

GERAÇÃO À RASCA




Para reflectir SIM, NÂO Mas Também

Geração à Rasca - A Nossa Culpa

Um dia, isto tinha de acontecer.
Existe uma geração à rasca? Existe mais do que uma! Certamente!
Está à rasca a geração dos pais que educaram os seus meninos numa abastança caprichosa, protegendo-os de dificuldades e escondendo-lhes as agruras da vida.
Está à rasca a geração dos filhos que nunca foram ensinados a lidar com frustrações. A ironia de tudo isto é que os jovens que agora se dizem (e também estão) à rasca são os que mais tiveram tudo. Nunca nenhuma geração foi, como esta, tão privilegiada na sua infância e na sua adolescência. E nunca a sociedade exigiu tão pouco aos seus jovens como lhes tem sido exigido nos últimos anos.

Deslumbradas com a melhoria significativa das condições de vida, a minha geração e as seguintes (actualmente entre os 40 e os 50 anos) vingaram-se das dificuldades em que foram criadas, no antes ou no pós 1974, e quiseram dar aos seus filhos o melhor.
Ansiosos por sublimar as suas próprias frustrações, os pais investiram nos seus descendentes: proporcionaram-lhes os estudos que fazem deles a geração mais qualificada de sempre (já lá vamos...), mas também lhes deram uma vida desafogada, mimos e mordomias, entradas nos locais de diversão, cartas de condução e 1º automóvel, depósitos de combustível cheios, dinheiro no bolso para que nada lhes faltasse. Mesmo quando as expectativas de primeiro emprego saíram goradas, a família continuou presente, a garantir aos filhos cama, mesa e roupa lavada.
Durante anos, acreditaram estes pais e estas mães estar a fazer o melhor; o dinheiro ia chegando para comprar (quase) tudo, quantas vezes em substituição de princípios e de uma educação para a qual não havia tempo, já que ele era todo para o trabalho, garante do ordenado com que se compra (quase) tudo. E éramos (quase) todos felizes.

Depois, veio a crise, o aumento do custo de vida, o desemprego, ... A vaquinha emagreceu, feneceu, secou.

Foi então que os pais ficaram à rasca. Os pais à rasca não vão a um concerto, mas os seus rebentos enchem Pavilhões Atlânticos e festivais de música e bares e discotecas onde não se entra à borla nem se consome fiado.
Os pais à rasca deixaram de ir ao restaurante, para poderem continuar a pagar restaurante aos filhos, num país onde uma festa de aniversário de adolescente que se preza é no restaurante e vedada a pais.


São pais que contam os cêntimos para pagar à rasca as contas da água e da luz e do resto, e que abdicam dos seus pequenos prazeres para que os filhos não prescindam da Internet de banda larga a alta velocidade, nem dos qualquer coisa phones ou pads, sempre de última geração.

São estes pais mesmo à rasca, que já não aguentam, que começam a ter de dizer "não". É um "não" que nunca ensinaram os filhos a ouvir, e que por isso eles não suportam, nem compreendem, porque eles têm direitos, porque eles têm necessidades, porque eles têm expectativas, porque lhes disseram que eles são muito bons e eles querem, e querem, querem o que já ninguém lhes pode dar!

A sociedade colhe assim hoje os frutos do que semeou durante pelo menos duas décadas.

Eis agora uma geração de pais impotentes e frustrados.
Eis agora uma geração jovem altamente qualificada, que andou muito por escolas e universidades mas que estudou pouco e que aprendeu e sabe na proporção do que estudou. Uma geração que colecciona diplomas com que o país lhes alimenta o ego insuflado, mas que são uma ilusão, pois correspondem a pouco conhecimento teórico e a duvidosa capacidade operacional.

Eis uma geração que vai a toda a parte, mas que não sabe estar em sítio nenhum. Uma geração que tem acesso a informação sem que isso signifique que é informada; uma geração dotada de trôpego competências de leitura e interpretação da realidade em que se insere.

Eis uma geração habituada a comunicar por abreviaturas e frustrada por não poder abreviar do mesmo modo o caminho para o sucesso. Uma geração que deseja saltar as etapas da ascensão social à mesma velocidade que queimou etapas de crescimento. Uma geração que distingue mal a diferença entre emprego e trabalho, ambicionando mais aquele do que este, num tempo em que nem um nem outro abundam.
Eis uma geração que, de repente, se apercebeu que não manda no mundo como mandou nos pais e que agora quer ditar regras à sociedade como as foi ditando à escola, alarvemente e sem maneiras.

Eis uma geração tão habituada ao muito e ao supérfluo que o pouco não lhe chega e o acessório se lhe tornou indispensável.
Eis uma geração consumista, insaciável e completamente desorientada.
Eis uma geração preparadinha para ser arrastada, para servir de montada a quem é exímio na arte de cavalgar demagogicamente sobre o desespero alheio.

Há talento e cultura e capacidade e competência e solidariedade e inteligência nesta geração? Claro que há. Conheço uns bons e valentes punhado de exemplos! Os jovens que detêm estas capacidades-características não encaixam no retrato colectivo, pouco se identificam com os seus contemporâneos, e nem são esses que se queixam assim (embora estejam à rasca, como todos nós).
Chego a ter a impressão de que, se alguns jovens mais inflamados pudessem, atirariam ao tapete os seus contemporâneos que trabalham bem, os que são empreendedores, os que conseguem bons resultados académicos, porque, que inveja!, que chatice!, são betinhos, cromos que só estorvam os outros (como se viu no último Prós e Contras) e, oh, injustiça!, já estão a ser capazes de abarbatar bons ordenados e a subir na vida.

E nós, os mais velhos, estaremos em vias de ser caçados à entrada dos
nossos locais de trabalho, para deixarmos livres os invejados lugares
a que alguns acham ter direito e que pelos vistos - e a acreditar no
que ultimamente ouvimos de algumas almas - ocupamos injusta, imerecida
e indevidamente?!!!

Novos e velhos, todos estamos à rasca.
Apesar do tom desta minha prosa, o que eu tenho mesmo é pena destes jovens.
Tudo o que atrás escrevi serve apenas para demonstrar a minha firme convicção de que a culpa não é deles.
A culpa de tudo isto é nossa, que não soubemos formar nem educar, nem fazer melhor, mas é uma culpa que morre solteira, porque é de todos, e a sociedade não consegue, não quer, não pode assumi-la.
Curiosamente, não é desta culpa maior que os jovens agora nos acusam. Haverá mais triste prova do nosso falhanço?
Pode ser que tudo isto não passe de alarmismo, de um exagero meu, de uma generalização injusta.
Pode ser que nada/ninguém seja assim.

Autor desconhecido recebi via mail
2011

TODA A VIDA EUROPEIA MORREU EM AUSCHWITZ


Desci uma rua em Barcelona, e descobri repentinamente uma verdade terrível. – A Europa morreu em Auschwitz. Matámos seis milhões de Judeus e substituímo-los por 20 milhões de  muçulmanos.
Em Auschwitz queimámos uma cultura, pensamento, criatividade, e talento.
Destruímos o povo escolhido, verdadeiramente escolhido, porque era um povo grande e maravilhoso que mudara o mundo.
 A contribuição deste povo sente-se em todas as áreas da vida: ciência, arte, comercio internacional, e acima de tudo, como a consciência do mundo. Este é o povo que queimámos.
E debaixo de uma pretensa tolerância, e porque queríamos provar a nós mesmos que estávamos curados da doença do racismo, abrimos as nossas portas a 20 milhões de muçulmanos que nos trouxeram estupidez e ignorância, extremismo religioso e falta de tolerância, crime e pobreza, devido ao pouco desejo de trabalhar e de sustentar as suas famílias com orgulho.
Eles fizeram explodir os nossos comboios, transformaram as nossas lindas cidades, num terceiro mundo, afogando-as em sujeira e crime.
Fechados nos seus apartamentos eles recebem, gratuitamente, do governo, eles planeiam o assassinato e a destruição dos seus ingénuos hospedeiros.
E assim, na nossa miséria, trocámos a cultura por ódio fanático, a habilidade criativa, por habilidade destrutiva, a inteligência por subdesenvolvimento e superstição.
Trocámos  a procura de paz dos judeus da Europa e o seu talento, para um futuro melhor para os seus filhos, a sua determinação, o seu  apego à vida porque a vida é santa, por aqueles que prosseguem na morte, um povo consumido pelo desejo de morte para eles e para os outros, para os nossos filhos e para os deles.

 Que terrível erro cometido pela miserável Europa.
O total da população islâmica (ou muçulmana) é de, aproximadamente, 1 200 000 000, isto é um bilião e duzentos milhões  ou seja 20% da população mundial.
Os judeus não estão a promover lavagens cerebrais a crianças em campos de treino militar, ensinando-os a fazerem-se explodir e causar um máximo de mortes a judeus e a outros não muçulmanos.
Os judeus não “tomam”  aviões, nem matam atletas nos Jogos Olímpicos, nem se fazem explodir em restaurantes alemães.
Não há um único judeu que tenha destruído uma igreja. NÃO há um único judeu que proteste matando pessoas.
Os judeus não traficam escravos, não têm líderes a clamar pela Jihad Islâmica e morte a todos os infiéis.
Talvez os muçulmanos do mundo devessem considerar investir mais numa educação modelo e menos em queixarem-se dos judeus  por todos os seus problemas.
Os muçulmanos deviam perguntar o que poderiam fazer  pela humanidade antes de pedir que a humanidade os respeite.
Independentemente dos seus sentimentos sobre a crise entre Israel e os seus vizinhos palestinianos  e árabes, mesmo que creiamos que há mais culpas na parte de Israel, as duas frases que se seguem realmente dizem tudo:
“Se os árabes depusessem hoje as suas armas não haveria mais violência. Se os judeus depusessem hoje as suas armas  não haveria mais Israel” (Benjamin Netanyahu)
Por uma questão histórica, quando o Comandante Supremo das Forças Aliadas, General Dwight Eisenhower, encontrou todas as vítimas mortas nos campos de concentração nazi, mandou que as pessoas ao visitarem esses  campos de morte, tirassem todas as fotografias possíveis, e para os alemães das aldeias próximas serem levados através dos campos e que enterrassem os mortos.
Ele fez isto porque disse de viva voz o seguinte:
“Gravem isto tudo hoje. Obtenham os filmes, arranjem as testemunhas, porque poderá haver algum malandro  lá em baixo, na estrada da história, que se levante e diga que isto nunca aconteceu.
Recentemente, no Reino Unido, debateu-se a intenção de remover  o holocausto do curriculum das suas escolas, porque era uma ofensa para a população  muçulmana, a qual diz que isto nunca aconteceu. Até agora ainda não foi retirado do curriculum. Contudo é uma demonstração do grande receio que está a preocupar o mundo e a facilidade com que as nações o estão a aceitar.
Já passaram mais de sessenta anos depois da Segunda Guerra Mundial na Europa ter terminado.
O conteúdo desta missiva é  ser enviada a todos  em memória dos 6 milhões de judeus, dos 20 milhões de russos, dos 10 milhões de cristãos e dos 1 900 padres Católicos que foram assassinados, violados, queimados, que morreram de fome, foram  espancados, e humilhados enquanto o povo alemão olhava para o outro lado.

Agora, mais do que nunca, com o Irão entre outros, reclamando que o Holocausto é um mito, é imperativo assegurar-se de que o mundo nunca esquecerá isso.

Por Sebastean Vilar Rodriguez
1999