Madiés…“Como é”? Ête boba! Ête baná! Aqui s’tou di novo no “Ruanda Tropical”, amandar us minha “bocas” malembe-malembe, p’rá não fazer “Máka à toa”…! Ando “chateado” com esses “nhunguentas”, esse “Tugas” du caraças! Andam a “gamar” o povo, a fazer “s’plingues”, e a prometerem, prometerem…HUM!!...Makuto Kaxe!! Estes “gajos”, são “Bugueiros”! São “espreitadores” das casas dos outros…Quê qui jurgam? Ah, porqui são das Sécretas??! Secretas…mas é o…Caraças!!!
-AHUÁ! Então como é João Kajipipa…TÁS AQUI?
-Ah! É Vucê?!...Não te contava! Vucê não disse, ontem qui não vinhas?
-Disse! maje o “Benfikista” mi informou qui estavas aqui no “Ruanda Tropical” e…Cá ‘tou”…meu Irmão, p’rá ti ver!
-Ainda bem qui “vortaste!” Precisava lhe ver…Você onde estava? Ainda moras no Bairro da Lixeira?
-No bairro da lixeira…eu?? Mas…Tás a falar com quem? Desconfiança sua…Vucê já é dono da minha vida pra querer m’insultar?
-CÁLA-TE À BOCA, meu Preto di merda! Eu ti Insurtei? Estava só a querer saber, onde moras? Se ainda, era na Lixeira?
-Móro nu Bairro Zangado! Ah male nisso? E p’rá quê queres saber? P’rá andares a “Bufar” à toa?
-“Kuabo Caxe”! Gicula ó Messo…Boba bu Puto! Kanan bu Angola é!! Falas demais! Tambula ó conta!
-AH…VOU BAZAR…És muito ardrabão, Pópilas!!
Mungué !!
Banga Ninito
05/07/2012
04/07/2012
CONTO DO VIGÁRIO
Significado: Cair no “conto do vigário” significa levar um golpe, ser passado para trás, perder dinheiro, ser enganado.
A origem: Duas igrejas em Ouro Preto receberam um presente: uma imagem de santa. Para verificar qual da paróquias ficaria com o presente, os vigários resolveram deixar por conta da mão divina, ou melhor, das patas de um burro. Exactamente no meio do caminho entre as duas igrejas, colocaram o tal burro, para onde ele se dirigisse, teríamos a igreja felizarda. Assim foi feito, e o vigário vencedor saiu satisfeito com a imagem da sua santa. Mas ficou-se sabendo mais tarde que o burro havia sido treinado para seguir o caminho da igreja vencedora. Assim, conto do vigário passou à linguagem popular como falcatrua, vigarice.
Outra explicação: A segunda, veio da pesquisadora de Minas Gerais no Brasil Lourdes Aurora. Segundo ela, a expressão inicial era cair na conta do vigário, pois esses recebiam ouro roubado e pagavam pouco aos escravos. Várias igrejas foram construídas segundo Lourdes, pela conta do vigário. Daí que veio a palavra vigarista, pessoa que agia como os vigários.
Amigo e com muita confiança convivendo todos os dias foi o que se passou com um amigo já falecido que atrapalhou a vida de várias pessoas. Com a colaboração de um funcionário Bancário, assinavam vários aceites de letras bancárias ao qual receberiam uma percentagem, conto do vigário bem engendrado, tendo mais tarde todos os que procederam a esse esquema sido chamados a tribunal para regularizarem a situação tendo que pagar tudo, pois as letras eram por si avalizadas e o mais incrível é que o aceitante nem era conhecido pois as livranças eram forjadas com identificações falsas, logo ai viram no logro que tinham cometido. Esse amigo não tinha necessidade desses esquemas pois tinha um bom emprego numa seguradora da nossa praça, a esposa também trabalhava e ganhava razoavelmente bem, mas como viciado na noite e no jogo clandestino procedia a esses esquemas para poder ter avultadas somas de dinheiro, e para poder pagar as suas dividas de jogo, quem ficou mal foram inúmeros amigos que tiveram que vender muitos dos seus bens para poderem satisfazer os supostos empréstimos bancários. Últimamente andava sossegado fazendo uma vida até ai impensável aos seus amigos a chamada vida certinha, os amigos diziam agora é que ele ganhou juízo, pois já tinha recebido uma ameaça que mais dia menos dia o liquidavam, pois as dividas eram já muito elevadas. Mas foi sol de pouca dura a nova situação do seu modo de vida e até a convivência com os amigos, estavam todos boamados com tamanha mudança de seus hábitos, logo depois recebemos a triste noticia que tinha sido morto tragicamente, num dia foram a casa dele, tocaram a campainha da porta e quando ele abriu a porta foi baleado com oito tiros. Até hoje nunca se soube quem foram os assassinos
ZÉ ANTUNES
A origem: Duas igrejas em Ouro Preto receberam um presente: uma imagem de santa. Para verificar qual da paróquias ficaria com o presente, os vigários resolveram deixar por conta da mão divina, ou melhor, das patas de um burro. Exactamente no meio do caminho entre as duas igrejas, colocaram o tal burro, para onde ele se dirigisse, teríamos a igreja felizarda. Assim foi feito, e o vigário vencedor saiu satisfeito com a imagem da sua santa. Mas ficou-se sabendo mais tarde que o burro havia sido treinado para seguir o caminho da igreja vencedora. Assim, conto do vigário passou à linguagem popular como falcatrua, vigarice.
Outra explicação: A segunda, veio da pesquisadora de Minas Gerais no Brasil Lourdes Aurora. Segundo ela, a expressão inicial era cair na conta do vigário, pois esses recebiam ouro roubado e pagavam pouco aos escravos. Várias igrejas foram construídas segundo Lourdes, pela conta do vigário. Daí que veio a palavra vigarista, pessoa que agia como os vigários.
Amigo e com muita confiança convivendo todos os dias foi o que se passou com um amigo já falecido que atrapalhou a vida de várias pessoas. Com a colaboração de um funcionário Bancário, assinavam vários aceites de letras bancárias ao qual receberiam uma percentagem, conto do vigário bem engendrado, tendo mais tarde todos os que procederam a esse esquema sido chamados a tribunal para regularizarem a situação tendo que pagar tudo, pois as letras eram por si avalizadas e o mais incrível é que o aceitante nem era conhecido pois as livranças eram forjadas com identificações falsas, logo ai viram no logro que tinham cometido. Esse amigo não tinha necessidade desses esquemas pois tinha um bom emprego numa seguradora da nossa praça, a esposa também trabalhava e ganhava razoavelmente bem, mas como viciado na noite e no jogo clandestino procedia a esses esquemas para poder ter avultadas somas de dinheiro, e para poder pagar as suas dividas de jogo, quem ficou mal foram inúmeros amigos que tiveram que vender muitos dos seus bens para poderem satisfazer os supostos empréstimos bancários. Últimamente andava sossegado fazendo uma vida até ai impensável aos seus amigos a chamada vida certinha, os amigos diziam agora é que ele ganhou juízo, pois já tinha recebido uma ameaça que mais dia menos dia o liquidavam, pois as dividas eram já muito elevadas. Mas foi sol de pouca dura a nova situação do seu modo de vida e até a convivência com os amigos, estavam todos boamados com tamanha mudança de seus hábitos, logo depois recebemos a triste noticia que tinha sido morto tragicamente, num dia foram a casa dele, tocaram a campainha da porta e quando ele abriu a porta foi baleado com oito tiros. Até hoje nunca se soube quem foram os assassinos
ZÉ ANTUNES
2010
ALMOÇO DA BOAVISTA
Almoço-convívio dos antigos trabalhadores do Posto de Manutenção da Boavista em 12-11-2011.
Já não e lembrava, quando recebo um telefonema do Machado a convidar-me para este almoço convívio que se realizou em Marco de Canavezes, um Convívio de uma forte, longa e sã CAMARADAGEM e de uma Amizade desmedida, inexplicável, ornamentada de muitas saudades sentidas, ao longo de todos estes anos de separação!
Dirijo-me para Santa Apolónia e viajo no Alfa, chegado ao Porto Campanhã faço transbordo e rumo no horário previsto para o Marco de Canavezes, chegando lá está o Machado à minha espera e levando-me de seguida para o Restaurante.
Como fui o último a chegar cumprimentei um a um todos os convivas o que me deu um grande gozo e prazer, pois a cada um que cumprimentava me lembrava das recordações outrora vividas.
A comida estava deliciosa. O silêncio manteve-se durante a operação do enchimento das barriguinhas. O vinho caia nos copos e dali para as goelas sedentas. Liberta as vozes, entrou-se na animação, o que é natural quando nos damos bem com o “ Baco “
Mais umas larachas e anedotas dos nossos tempos de inicio da entrada na Companhia, e pelas 14H40 deu-se a debandada geral, pois o comboio para o Porto tinha como horário as 15 h 00, pondo fim a mais um encontro convívio gastronómico e báquico de bons amigos.
ABRAÇÃO A TODOS DO
2011
10 º. ALMOÇO DO Bº. SÃO PAULO
Almoços-convívios dos antigos moradores dos Bairros de Luanda são convívios de uma forte, longa e sã CAMARADAGEM e de uma Amizade desmedida, inexplicável, ornamentada de muitas saudades sentidas, ao longo de todos estes anos de separação!
Já não me lembrava, que este era o Décimo almoço do Bairro de São Paulo. Lembro-me do primeiro em que fui convidado pelo Zé Ideias que me disse que era a Zita Soares quem se propunha a tão espinhosa missão. E já são passados dez anos de sucessos nos almoços que tenho participado, sempre sobre a coordenação da ZITA.
Os meus votos são que sejam mais e muitos mais para termos estes convívios com a juventude que deixamos lá e que sempre nos vamos lembrando e recordando nestes pequenos convívios e saber novidades atuais. Muitas caras novas que pela primeira vez compareceram ao convívio, mas muitas ausências por vários motivos os ausentes estiveram impossibilitados de comparecer ou por assuntos particulares ou mesmo por estarem adoentados.
Deste dia 19 de Maio de 2012 participei no convívios que esteve maravilhoso, comida deliciosa.
Cantou-se os parabéns, comeu-se o bolo que estava delicioso, e bebeu-se champanhe, fez-se os brindes da praxe e desejou-se felicidades aos presentes e aos ausentes.
Mais umas larachas daqui e dali e pela noitinha deu-se a debandada geral, pondo fim a este encontro gastronómico e báquico de bons amigos.
Kandandus a todos e até para o ano
Zé Antunes
2012
Já não me lembrava, que este era o Décimo almoço do Bairro de São Paulo. Lembro-me do primeiro em que fui convidado pelo Zé Ideias que me disse que era a Zita Soares quem se propunha a tão espinhosa missão. E já são passados dez anos de sucessos nos almoços que tenho participado, sempre sobre a coordenação da ZITA.
Os meus votos são que sejam mais e muitos mais para termos estes convívios com a juventude que deixamos lá e que sempre nos vamos lembrando e recordando nestes pequenos convívios e saber novidades atuais. Muitas caras novas que pela primeira vez compareceram ao convívio, mas muitas ausências por vários motivos os ausentes estiveram impossibilitados de comparecer ou por assuntos particulares ou mesmo por estarem adoentados.
Deste dia 19 de Maio de 2012 participei no convívios que esteve maravilhoso, comida deliciosa.
Cantou-se os parabéns, comeu-se o bolo que estava delicioso, e bebeu-se champanhe, fez-se os brindes da praxe e desejou-se felicidades aos presentes e aos ausentes.
Mais umas larachas daqui e dali e pela noitinha deu-se a debandada geral, pondo fim a este encontro gastronómico e báquico de bons amigos.
Kandandus a todos e até para o ano
Zé Antunes
2012
03/07/2012
BAIRRO POPULAR Nº 2
Fui morar para o Bairro Popular nº2, em Março de 1962 , para a Rua de Serpa nº. 102 do lado direito quem desce a rua, desde a casa da menina Berta até a última casa a do Manuel João, do lado esquerdo estava a Escola Primária, o Cinema São João, a Igreja de Santa Ana, a Capela e o Preventório Infantil de Luanda no fim um grande bananal que rapidamente foi transformado em campo da bola.
Frequentei a escola primária, onde fiz a 1ª e 2ª classes com a professora Fernanda. tendo depois frequentado a 3ª. e 4ª. classes com a professora Amélia que morava na rua de Porto Alexandre ( 4ª Rua ), onde ainda andei nas explicações para os exames de admissão ás Escolas Técnicas e aos Liceus. Lembro-me de alguns kambas e algumas Garinas: João Borges ( BALA ) Figueiredo, Freitas, Albuquerque, Luis Van-Dúnen, Chico Maia, João Melo, Luisa, Nazaré, Betty, Celina, Arlete (Chú ) Ivone e outros .
Lembro- me da Joana Maluca que corria atrás de nós. Há quem diga que a Joana, foi em tempos uma jovem muito inteligente e estudiosa que por tanto estudar, teve um esgotamento. Outros dizem que a Joana era uma rapariga linda que se apaixonou por um branco e que no dia do seu casamento teve um desgosto que a fez enlouquecer de dor, nesse dia, o homem que tanto amava morreu de acidente. Não sei qual das versões é a verdadeira, sei apenas que hoje, em toda a cidade de Luanda ela é a Joana Maluca que nos assusta e nos fascina, ainda hoje me lembro da Joana com saudade…
Lembro-me bem de um individuo que passava no Largo, a quem nós chamávamos o Palhinhas, nunca ninguém soube nada dele pois não dizia nada de nada e andava sempre com uma palhinha na boca e o Canhangulo com a sua bicicleta, as mães diziam à pequenada que ele era o homem do saco e ainda o Trambuca ( velho maluco que vivia de esmola e dizia quem não trambuca não manduca).
Eu ia aos Domingos aos fardos onde se comprava altas farrapeiras à Rua de Loulé, que mais tarde em frente foi construída a Defesa Civil (era a rua de transição para o Bairro Sarmento Rodrigues ).
Chá das 6... Programa ''Canta quem Sabe''... Apresentado na altura a quando eu com 11 anos, fui pela primeira vez, assistir a um espectáculo apresentado pela saudosa, simpática, e doce Ruth Soares, e pelo eficiente saudoso apresentador Artur Peres. Isto foi em 1966. Seguindo-se do programa '' Um minuto para mostrar o que vale'', quando mais crescido, fui assistir a um concurso de Dança (1971), já apresentado pela Alice Cruz, tendo ao piano o nosso querido Maestro Casal Ribeiro, e algumas vezes por Shegundo Galarza. Lembrando-me do cantor Vasco Rafael, Duo Ouro Negro, João Sequeira, Milú Ferreira, Fernanda Ferreirinha, a inesquecivel eterna diva referencia portuguesa, a nossa Amália Rodrigues... Existem realmente momentos muito altos na vida. Saudades, saudades...!!
Lembro-me das manas ( Zita, Zinha e Ester ) por as três andarem sempre de mini – mota e alinharem connosco pelas voltinhas ao Bairro.
Depois mais tarde, ingressei na Escola Preparatória João Crisóstomo, inaugurada no ano de 1967 / 1968 na rua dos Quarteis, onde conclui o preparatório, tendo depois frequentado a Escola Industrial de Luanda. Ai acabei o Curso de Formação de Serralheiro ( durante as férias grandes o meu pai punha-me a trabalhar para aprender a arte e assim no 1º anos do Curso estive os três meses na Fabrica Imperial de Borracha ( Macambira ) Serralheiro Sr. Alfredo que morava na Rua de Porto Alexandre ( 4ª Rua ) meu mestre. No 2º Ano no ABC Serralheiro cunhos e cortantes ( moldes ) foi meu mestre o José Martins. No 3º ano na Represental já como tirocinante de desenhador. Até começar a trabalhar vivi a minha infância no Bairro São Paulo e Bairro Popular, nos anos de 1974 e 1975 já no Bairro do Café na casa da Avó do Zé Tó que me ajudou bastante pois foi a partir dai que cortei o cordão umbilical dos meus Pais e comecei a viver independente, indo sempre aos bairros que me viram crescer.
Meu pai foi durante muitos anos Encarregado de Obras na Firma SONEFE, esteve na construção da Barragem de Cambambe ( Alto Dondo ) tripulava uma torraite N.S.U. e depois uma ZUNDAPP, mais tarde um Opel Kadete que veio da Africa do Sul com volante à direita., onde aprendi a conduzir e ia fazer Banga para as kivitas do Liceu Femenino e das outras escolas. Minha mãe trabalhava no mercado do Kinaxixe, tinha uma banca de Legumes e Verduras , meus irmãos o Fernando na Robert Hudson na Zona Industrial, o Victor no Banco Comercial de Angola , a Mélita estudava na época e tratava de nós e de mais três casapianos (Passarinho, Baltazar, Miguel ) que na altura foram viver para minha casa, a quando da ida de minha mãe e do meu pai para a Africa do Sul, meu pai para trabalhar na construção de uns depósitos de água em Troyeville ( Joanesburgo ) e minha mãe para ser operada, aos Rins e Visicula, tendo todo o mundo regressado a Portugal em 1975. O Passarinho que entretanto casou com a Lena Ventura ficou em Luanda até 1984.
Minha irmã Mélita com 13 anos – 1973
Minha irmã Mélita com 13 anos – 1973
Desde os grandes combates de Maio e Junho de 1975 entre os movimentos de libertação, Luanda depressa se transformou numa cidade de caixotes. Era desolador ver uma cidade maravilhosa a esvaziar-se dos seus habitantes, pois cada dia que passava havia menos gente nas ruas, menos coisas para comprar (as prateleiras das casas comerciais estavam vazias, os restaurantes estavam fechados por falta de alimentos), a inflação cada vez mais incontrolável, e mais caixotes nas ruas ou nos cais à espera de embarque. A ponte aérea esvaziou Luanda ainda mais depressa. Por fim, em Setembro a Universidade de Luanda fechou, e em Outubro Luanda parecia já uma cidade deserta e sem vida.
Zé Antunes
2000
CAROS AMIGOS DO Bº. POPULAR, SARMENTO E PALANCA
Recebi de Luanda, de um Amigo - Hospital Militar de Luanda - este email, após eu ter-lhe "reencaminhado" a programação do nosso convívio.
APRECIEM !!!!
Zé Antunes, Passarinho e São Costa Pereira podem escolher na ementa o que poderia comer aqui no Bairro Popular nº2, Sarmento, Palanca, São Paulo. No coração do Bairro Operário que vocês hoje não conhecem.
Um dia destes envio-vos umas fotos da nossa bela Luanda. Não a conhecem.
Como ainda não convocaram o encontro de 2013 ai vai a sugestão.
Um kandandu aos Kalus.
Amigo Roberto
25º ENCONTRO DOS BAIRRO POPULARES, SARMENTO E PALANCA 04/05/2013
PROGRAMA
11 h 30: Início Recepção
11 h40: Pequena demonstração de gincana de motos protagonizada pelos célebres “madiés das torraites”
13 h 00: BUFFET
Sopa de Legumes versus caldo de peixe à Ilha de Luanda
Bacalhau Assado com Batatas a Murro e Migas
Cherne do Buraco no Forno
Picanha de Churrasco
Muamba de galinha
Franguinho Assado c/ picante ou Churrasco à lagareiro
Viletão no Forno à moda do Minho ou de Porto Amboim
Carne de Porco à Alentejana ou de Wako-Kungo
Orelha de Porco de Coentrada
Favas c/ Bacon
Salada de Atum
Mesa de Saladas Variadas
Batata Frita e batata doce frita
Legumes Cozidos e Kizaka de óleo de palma com peixe
Maçã Assada
Tábua de Queijos
Kitutes da terra
SOBREMESA
Bancada de Frutas Naturais Laminadas
Mamão, manga, abacate, banana macaco e prata, pitanga, lussussuas, loengos e maboques
Mesa de Doçaria Tradicional / Regional
Doce de gimguba, banana pão assada e cozida, maiaka e ginguba torrada
Pastelaria Variada / Doces de Colher
Geleia de loengo e de mamão
BEBIDAS
Vinhos branco e tinto Regionais
Kissangua de m`bundi, chá de múkua gelado, marufo de matebeira
Vinho Verde
Cervejas Cuca, Eka, Ngola, Nocal e
Aguas e Refrigerantes
Café Ginga
Macieira/Croft/Bagaceira
15.00H: MÚSICA P/ DANÇAR ( Conjunto Avôzinhos do Condado )
Semba e Kuduro
17.00H: BOLO COMEMORATIVO
ESPUMANTE E MARUFO
Recebi do meu amigo Roberto que está em Luanda
Zé Antunes
2012
JANTARES CONVIVIO DE “A. R. D. “
Jantares Convivios e de Natal dos A.R.D. da Prosegur foi um hábito que se foi consolidando desde os primeiros jantares organizados na Tendinha de Mem Martins já no passado recente do ano de 2004, depois do Europeu de Futebol. Nesse ano alguns dos Convivas foram acabar a noite numa discoteca de Lisboa.
Depois desse jantar, e como os convivas ficaram satisfeitos no ano seguinte em 2005 repetiu-se o convívio na Tendinha de Mem Martins.
Em 2006 e como se aproximava o fim do ano resolveu-se que o Jantar Convivio seria o jantar Convívio e de Natal para todos os A.R.D. e nesse ano foi realizado em Lisboa no Largo de Santa Bárbara no Restaurante os “Amigos”. Aqui houve um pagamento extra para a troca de lembranças dos amigos secretos. Rumando no final para a discoteca “ BLUES “ em Santos onde nos divertimos até altas horas da madrugada.
Em 2007, e como os convivas começavam a ser em grande número organizou-se no Restaurante “ Pérola do Rato “ onde se conseguiu reunir o maior grupo de amigos, onde ainda se trocou lembranças. Claro que para tantas pessoas sempre há um pouco de desconforto pois a sala ficou pequena para tantos Convivas, De assinalar que neste convívio já tivemos a presença de um dos Responsáveis máximos da Prossegur, que num discurso, enalteceu o convíio que se realizava. O repasto estava delicioso. O silêncio manteve-se durante a operação do enchimento das barriguinhas. O vinho caia nos copos e dali para as goelas sedentas. Liberta as vozes, entrou-se na animação, o que é natural quando nos damos bem com o “ Baco “ e no final uma grande maioria rumou a uma discoteca na Margem Sul, a maioria foi para o HK ( Hacienda Klub ).
JANTAR - ARD - PROSEGUR
Data, - Dia 11 – 12 – 2009 ( Sexta Feira ) 20 Horas
ENTRADAS
Rissois de Camarão
Bolinhos de Carne
Queijinhos Saloios
Paio
MENÚ
Sopa
Peixe – Bacalhau com natas
ou Bacalhau à Brás
Carne – Lombo de Porco no Forno
ou Bifinhos c/ Cogumelos
BEBIDAS
Vinho Branco, Vinho Tinto, Sumos, Cerveja, Águas
Café
SOBREMESAS
Doce da Casa
Preço por Pessoa 21 €
Obs:
As bebidas brancas ou outras, assim como outro tipo de sobremesas, não incluídas.
A Comissão Organizadora
Anos seguintes 2008 e 2009, e com o aproximar das últimas semanas de Dezembro fomos para o Restaurante “ Valênciana “ em que no ano de 2008 até fomos agraciados com uma refeição deveras agradável e em que houve projecção de slides das actividades dos A.R.D. tendo no fim do repasto alguns convivas rumado ao Montijo à discoteca Cachaça, onde se terminou a festa.
No ano de 2009 no mesmo local com o mesmo ambiente e praticamente com os mesmos convivas, as iguarias vitamínicas “ os morfes “ ficaram um pouco aquém do desejado, havendo mesmo quem não tivesse jantado por não gostar principalmente do prato de carne, no fim rumou-se ao Montijo à discoteca Cachaça, onde se terminou a festa, como no ano anterior.
Estes Convívios são uma forte, longa e sã CAMARADAGEM e de uma Amizade desmedida, inexplicável, e sentida, ao longo de todos estes anos.
Ano de 2010, e como no ano anterior fomos um pouco mal servidos, resolveu-se que seria no “ Costeletão Gaúcho “ um rodízio de carnes com umas caipirinhas e bom ambiente, umas larachas daqui e dali, umas anedotas, comer apetitoso e saboroso, todos satisfeitos e no final de tão boa degustação alguns convivas rumaram a Amadora a uma discoteca de Karaoke em que alguns convivas mostraram os seus dotes artísticos cantando para os presentes e animando a noite .
Este ano de 2011, e porque o pessoal na sua maioria gostou repetiu-se o Convívio jantar de Natal dos “ A.R.D. “ no “Costeletão Gaúcho “ ambiente animado a mais este encontro gastronómico e báquico de bons amigos. Findo o tão delicioso manjar, rumou-se como o ano anterior ao Karaoke na Amadora, onde mais uma vez alguns nossos companheiros mostraram os seus dotes artísticos, principalmente as meninas, que com as suas vozes afinadas nos presentearam com uma bela canção das “DOCES “ grupo dos anos 80.
Acabado o convívio deu-se a debandada geral, pondo fim a este convívio e cada um rumou a suas casas para o merecido repouso, já a pensar no próximo convívio.
ABRAÇÃO A TODOS DO
2011
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