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04/04/2013

OS PORTUGUESES, NÃO SÃO POBRES, SÃO É MUITO ESTÚPIDOS…


Este texto está muito bom
Um português recebeu de um seu amigo nova-iorquino, que conhece bem Portugal a seguinte resposta, quando lhe disse: Sabes, nós os portugueses, somos pobres ... Esta foi a sua resposta: "Como podes tu dizer que sois pobres, quando sois capazes de pagar por um litro de gasolina, mais do triplo do que pago eu?

Quando vos dais ao luxo de pagar tarifas de eletricidade e de telemóvel 80 % mais caras do que nos custam a nós nos EUA?

Como podes tu dizer que sois pobres quando pagais comissões bancárias por serviços e por cartas de crédito ao triplo que nós pagamos nos EUA?

Ou quando podem pagar por um carro que a mim me custa 12.000 US Dólares (8.320 EUROS) e vocês pagam mais de 20.000 EUROS, pelo mesmo carro? Podem dar mais de 11.640 EUROS de presente ao vosso governo do que nós ao nosso.

Nós é que somos pobres: por exemplo em New York o Governo Estatal, tendo em conta a precária situação financeira dos seus habitantes cobra somente 2 % de IVA, mais 4% que é o imposto Federal, isto é 6%, nada comparado com os 23% dos ricos que vivem em Portugal. E contentes com estes 23%, pagais ainda impostos municipais.

Um Banco privado vai à falência e vocês que não têm nada com isso pagam, outro, uma espécie de casino, o vosso Banco Privado quebra, e vocês protegem-no com o dinheiro que enviam para o Estado.*

*E vocês pagam ao vosso Governador do Banco de Portugal, um vencimento anual que é quase 3 vezes mais que o do Governador do Banco Federal dos EUA...

Um país que é capaz de cobrar o Imposto sobre Ganhos por adiantado e Bens pessoais mediante retenções, necessariamente tem de nadar na abundância, porque considera que os negócios da Nação e de todos os seus habitantes sempre terão ganhos apesar dos assaltos, do saque fiscal, da corrupção dos seus governantes e dos seus autarcas. Um país capaz de pagar salários irreais aos seus funcionários de estado e da iniciativa privada.
 
Os pobres somos nós, os que vivemos nos USA e que não pagamos impostos sobre o ordenados e ganhamos menos de 3.000 dólares ao mês por pessoa, isto é mais ou menos os vossos 2.080 ?euros. Vocês podem pagar impostos do lixo, sobre o consumo da água, do gás e da eletricidade. Aí pagam segurança privada nos Bancos, urbanizações, municipais, enquanto nós como somos pobres nos conformamos com a segurança pública.

Vocês enviam os filhos para colégios privados, financiados pelo estado (nós) enquanto nós aqui nos EUA as escolas públicas emprestam os livros aos nossos filhos prevendo que não os podemos comprar.

Vocês não são pobres, gastam é muito mal o vosso dinheiro.

Vocês, portugueses, não são pobres, são é muito estúpidos........." 

Recebido via email que reencaminhei
 
ZÉ ANTUNES

2013


PERSPECTIVAS EM TEMPO DE CRISE:



De cada vez que a Troika, vem a Portugal.

Pelintras... ou deveríamos aprender com eles?!‏

Pelintras!

Depois do primeiro ministro José Sócrates ter anunciado o pedido de ajuda, o país ficou suspenso.

A expectativa era grande, os média anunciavam até à exaustão a chegada iminente do FMI.
Eis que na segunda-feira os homens desembarcam na Portela.

Cercados de jornalistas os FMIs (com ar de quem tinha viajado em turística) avançam rapidamente para a saída e apanham.... o primeiro taxi.???

O País ficou estupefacto. Os gajos foram de taxi?????

Nem chauffeur nem limusina, nada, niente...Taxi???

Portugal pode estar à rasca, mas aqui qualquer secretário do secretário de qualquer secretário de estado tem pelo menos um bom carro com dois chauffeurs ao dispor, para não falar no primeiro ministro que tem 10 chauffers e vários carros, o último dos quais é o chiquérrimo Audi A8 com corninhos luminosos.

A surpresa não ficou por aqui.
No dia seguinte os camones foram a butes do hotel para o Ministério.
What???
Então e os carros de vidros escuros, batedores da PSP a cortar o trânsito, a algazarra típica , aquele colorido pomposo que dá vida à cidade???
Enfim, esquisito... Só há uma explicação: os pacóvios apreciam o sol, só pode.

E chegaram às 9h??? Mas será que o grau de (sub)desenvolvimento deles ainda não lhes permitiu descobrir que antes das 10h30 só os palermas é que trabalham? Coitados...
Mas o pior ainda estava para vir.
 
Então não é que eles não almoçam, trocando o almoço por uma coisa a que chamam sandwich?????? Espera aí, então não é durante um almoço à séria e bem regado no Aviz ou Gambrinos que se trabalha e se tomam as decisões importantes? Vê-se logo que daqui não vai sair nada de bom...! Estamos desgraçados!

Só nos faltava mais esta... Cambada de pelintras incompetentes!

Manuel Andrade
(Chauffer n° 10 com formação específica em Audi A8)


ZÉ ANTUNES

2011

UM BOM LÍDER, É AQUELE QUE CONHECE O SEU PAIS!


Um líder político ideal, deve reunir algumas características que o distingam verdadeiramente como homem político em posição de poder. Tem que possuir capacidade de liderar; obrigação de conhecer o País e a sua gente. Tem que ser dotado de grande sensibilidade para acudir aos mais necessitados, nomeadamente aos sem abrigo, aos cegos, doentes, deficientes, idosos, crianças, e possuir a essência de um espírito de chefia.

Essa liderança não se aprende nos livros, mas deve ser conquistada ao longo dos anos, a partir de uma trajetória de realizações, marcada pela retidão moral, chamada “Ética”! Tem que saber que a fome, dá mais marradas que um touro tresmalhado e expor, sem medo, as suas ideias em vez de as impor. Deve pensar antes de agir, e, simultaneamente, reagir positivamente a elementos novos, ocupando o seu tempo de forma produtiva e não escravo dos seus pensamentos negativos.

Um excelente líder não é o que controla aqueles que lidera, mas o que os estimula a fazer escolhas. Não é o que faz temer, mas o que faz crer. Não é o que produz pesadelos, mas o que faz sonhar. Não é preciso ter dinheiro, fama ou “status social” para ser rico. Quem é respeitado como ser humano possui o mundo. Quantos portadores de “Sida” não sofreram e ainda sofrem segregação (separação racial)? Quantos imigrantes ilegais se sentem como escória social por não terem cidadania no país de acolhimento? Quantos consumidores de drogas, se sentem marcados com ferro em brasa como os animais no campo?

Termino, com um dos muitos discursos de Martin Luther King, proferido sob a bandeira de Lincoln, intitulado: “Eu tenho um Sonho” e que se adapta, salvo melhor opinião, a esta ditosa Pátria…que tais governantes teve...E tem, infelizmente!

“Eu tenho um sonho no qual um dia esta nação se erguerá e viverá o verdadeiro significado do seu credo…que todos os homens são criados iguais…/ Eu tenho um sonho de que algum dia (…), os filhos dos escravos e os filhos dos senhores de escravos se sentarão juntos à mesa da fraternidade. Esta é a nossa esperança…/ Eu tenho um sonho! Com esta Fé (…) arrancaremos da montanha da angústia, um pedaço de esperança. Com esta Fé, poderemos trabalhar juntos, orar juntos, ir juntos para a prisão, certos de que um dia seremos livres…/ Quando deixarmos o sino da liberdade tocar em qualquer vilarejo ou aldeia de qualquer estado, de qualquer cidade, nesse dia estaremos prontos para nos erguermos.


Todos os filhos de Deus, brancos ou negros, judeus ou gentios, protestantes ou católicos, estarão prontos para dar as mãos e cantar aquele velho hino dos escravos: / “Finalmente livres!...Graças ao Deus Todo-Poderoso…”!

Termino com aquela frase do saudoso Raul Solnado: “Façam o favor de serem felizes”! 

Tenham um Santo e Feliz Dia!

Recebam um Abraço forte de Amizade


C. Santos

2012

RELÓGIO


Corria o ano de 1986, fim de uma tarde de Março, sábado, vivia na Avenida da Liberdade em Lisboa.

Depois de uma tarde em ameno Convívio gastronómico e báquico, com os habituais amigos, regresso a casa, subindo a Avenida da Liberdade a pé, entro no prédio, prédio onde nas águas furtadas vivia o cabo-verdiano, o Sr. Morais, cota mais velho que era amigo de todos, e deu guarida a um tal de “ zarolho “ que tinha saído da prisão.

Começo a subir os primeiros lanços de escada e vejo a minha esposa a Marinha a descer toda aflita, pois tinham-lhe roubado o relógio, diz-me com sofreguidão:
Foi o Zarolho, foi o Zarolho.
Acalma-te que eu vou já a Praça da Alegria, à Esquadra da Policia, que ali existia e participo o roubo, chegando lá o agente da autoridade quis acompanhar-me até ao Prédio onde acontecera a ocorrência, e deteve o Zarolho.

Zarolho era um cadastrado que tinha saído da prisão, e deambulava pela cidade e vivia de pequenos furtos que vendia no Rossio ( na pedra ), era assim que se chamava a praça Dom Pedro IV onde se traficava de quase tudo.

Dirigimo-nos ao prédio, e o policia foi buscar o zarolho e levou-o para a esquadra para ser interrogado, acompanhei-os para concluir a queixa apresentada.

Na identificação do zarolho, para elaborar o relatório, o agente da autoridade começou a enumerar os delitos praticados pelo zarolho, ao que ele sempre ia negando.

O Policial dizia: Estás a chamar-me mentiroso?

Não, Não, Não dizia ele.

O Agente da autoridade, mostrava-lhe o dedo mindinho e dizia:

Este dedo, adivinha tudo e sabe porque é que estiveste preso estes anos.
Roubaste ou não roubaste o Relógio da Senhora Dona Marinha.

Não, Não roubei nada dizia ele!!

Tudo bem, agora vais lá para dentro e depois conversamos, vai pensando e pensa bem para não termos problemas.

Mandou-nos embora a mim e à minha esposa, mas ainda ali ficamos na conversa, e eu só ouvia uns gritos que o zarolho lá dentro da esquadra dava.

Mal tínhamos chegado a casa, passados poucos minutos tocam à campainha e fui abrir, era o policial com o Zarolho que vinha entregar o relógio à Dona Marinha e pedir desculpas. Retirei a queixa e ficou tudo resolvido, ficando o zarolho até mais simpático sempre que nos via.

Fiquei foi sempre com o enigma, o que lhe terão feio? Eu só ouvi uns gritos!! Só os deuses devem saber, eu desconfio, mas………… posso estar enganado, que deve ter levado umas boas chibatadas, terá levado.

ZÉ ANTUNES

1986

JORGE FRAQUITELAS


Jorge é um dedicado funcionário de uma Companhia de Seguros em Luanda, quando vem para lisboa é colocada na mesma companhia de Seguros, e vai trabalhando e convivendo com os então amigos de outrora.

Conheci o Jorge nesses Convívios ao fim da tarde quando saiamos dos nossos empregos e nos reunia-mos no Dom Pedro, mais tarde no Restauração e no Leão Douro.

Jorge Fraquitelas adorava degustar, um prato com feijão e dobrada, cozinhada pelo Jesus que tem uma tasca na Rua dos Douradores.

Certa vez estamos num convívio no Restaurante “ O BESSA “ a degustar uns camarões e a beber uns finos, quando de repente o Jorge diz:

Vou ali ao Jesus comer uma dobradinha, ele preferia esta iguaria do que os camarões e os preguinhos ao alho no pão.
Mais tarde nos anos 1996, fiz-lhe um projeto para uma oficina de reparação e lavagem de automóveis, para ser implantado num velho armazém em Xabregas. O projeto foi aprovado e totalmente financiado, sei que nos dias de hoje o velho armazém continua na mesma, cada vez mais degradado. 

Sei que nessa altura já não trabalhava e ia vivendo de alguns esquemas um pouco subterrâneos, e pouco legais. Levando a vida sem responsabilidades, como se tudo o que ele quisesse acontecesse, e era isso que nós observava-mos.
Quando sua filha e o seu genro vieram de Londres e montaram, a fechada casa de fados a “GRUTA” no largo da Trindade e remodelando-o para um belo Snack-Bar, todos nós pensamos que o Jorge, iria mudar de vida, mas foi sol de pouca dura e ele continuo na sua antiga vida.

Quem privou com o FRAQUITELAS, era assim que os amigos o tratavam, jamais esquecerão da sua personalidade generosa, amiga. Sempre brincalhão. Jorge tinha muitos amigos, mas também tinha muitos mais inimigos.
Porque para alguns e principalmente amigos de velhos tempos e da velha guarda não foi muito correto, e um dia o que todos nós previa-mos, aconteceu.

Uma morte estúpida e brutal, sua esposa já tinha saído para o trabalho, ele fica sozinho, tocam a campainha da sua habitação, ele ainda com a Toalha de Banho enrolada ao corpo, depois do seu banho matinal, abre a porta e foi baleado, com vários tiros, cai morto e ali fica até darem com ele, pois os vizinhos viram a porta aberta e sangue à entrada, chamando as autoridades médicas e policiais, foi removido o corpo, pouco mais se soube, e nunca soubemos se os assassinos foram entretanto capturados. 

Foi com enorme tristeza e pesar que num almoço em que estavamos quase todos , nos comunicaram a todos nós o falecimento do nosso amigo JORGE FRAQUITELAS . 

Todos os confrades da Confraria do Penico Dourado, e outros amigos não podemos deixar de manifestar naquela hora trágica, as nossas mais sinceras condolências à família enlutada e todos os seus colegas e amigo. 

Descansa em paz amigo, teus amigos sempre se lembrarão de ti, por muitas e variadíssimas razões.


ZÉ ANTUNES

2009

02/04/2013

TANTA CHUVA…VOLTA SOL! VOLTA!


Óh meu Portugal de sol. Que é feito do teu calor e da tua luz? Andas todo atolado de água, de tanto chover. É demais! Estão a ser longos esses dias de chuva e temporal. Não ouvimos os cânticos dos teus pássaros, nem sentimos a fragrância da tua Primavera. Só meses de aguaceiros e inundações. De nevoeiro e superfícies frontais. São dias e dias, à espreita de um sinal de acalmia…O país, vive acabrunhado, melancólico, de ombros caídos, encolhidos. Está “agasalhado” de dívidas e blusões, casacos e gabardinas encharcadas, com chapéus-de-chuva em riste e…Amedrontado, recua de calças arregaçadas, salta de poça em buraco, a fugir à lama, a mudar móveis, a esvaziar baldes, a calafetar janelas e a tapar buracos!


Ó meu pobre país de sol, que passas o dia amordaçado. O que é feito do teu calor fraterno e amoroso? Não digas, que tens o sol hipotecado? É possível que tenhas um povo forte, que tudo aguenta (ai aguenta, aguenta!), como os pobres e os animais. Mas és frágil! As tuas terras desprendem-se, as tuas montanhas deslizam, as tuas cidades compostas de casas decrépitas e sem ninguém, desmoronam; os teus vales inundam-se e a tua planície empapada fica estéril. Tanta chuva! Tanta água…tanta miséria! Andas encharcado de injustiças e de desigualdades. Deve ser da humidade. Os dias tornam-se monótonos, porque estão frios e vazios de ternura. Toda a vida pensei, que a pobreza era o frio. Não a doença, a fome, nem sequer a sede. Mas…o frio molhado. A chuva sem teto. O temporal sem paredes quentes. A casa com corrente de ar, a porta que não fecha, a janela com vidros quebrados e as telhas partidas. Não é que o Sol esconda a pobreza, mas a chuva mostra-a. E Portugal sem sol, é um país de mais pobres!

As nossas tempestades, não são equivalentes aos temporais americanos, alemães ou franceses, que são muito mais violentos. Nem aos da Europa do Norte, com nevões de gelo (20 e 30 graus negativos) e rajadas de vento a duzentos quilómetros à hora. As nossas tempestades, são mais brandas e irrequietas, mas chegam para estragar o país frágil e desorganizar a Sociedade. Este pobre país chuvoso, tem auto estradas, “scouts” e aderiu ao Euro; organiza o campeonato de futebol e tem Via Verde; mas…não teve tempo de se ocupar do essencial: a drenagem, o saneamento, as sarjetas, os esgotos, o regadio, os muros de proteção, os telhados, as paredes...Desabam as casas velhas, desabitadas e cedem as modernas, construídas à pressa. Os bairros antigos estão podres. Os modernos, rodeados de lamaçal e ervas daninhas. Melhor do que no passado, o serviço de proteção acorre, desesperado, porque os meios são parcos. Não há muitos mortos porque os bombeiros cumprem mais do que os seu dever. Mas também porque os temporais não são exagerados.

O pior é pobreza, não o tempo. Mais do que chuva ou o sol, é o nosso pobre país que está desajustado. Toda a gente pergunta: de quem é a culpa? Dos gases tóxicos, do défice, do buraco do ozono, do efeito de estufa, da Merkel, das construções e barragens, do Sócrates, dos automóveis híbridos, da urbanização selvagem, da agricultura intensiva, dos planos autárquicos ou da Troika? Quem sou eu para responder? Só sei uma coisa: não é sobretudo do clima!

Cruz dos Santos


2013


CARLOS ALBERTO ( BAMBA )


Quando fui passar o Natal de 1975 a Guimarães, nessa primeira noite fiquei hospedado no Hotel do Toural, no dia seguinte vim tomar o pequeno almoço ao Bar que existia no Rés do Chão. Estava a começar a saborear o nosso chamado mata-bicho, quando deparo com o Zé Custódio, o Bamba e o Zeca. O Zeca, eu não o conhecia, mas sendo avilo de Luanda e tio do Bamba, logo ficamos amigos, o Bamba já o tinha visto com o pai no Rossio e no Pic-Nic, já por várias vezes tinha-mos estado juntos em algumas petiscadas, mas nunca imaginei que fosse residir para a Cidade Berço. Sei que das outras vezes que ia a Guimarães já me ia alojar a casa dele. A mãe Dona Celina era uma joia de pessoa, Lembro-me que na altura viviam na Avenida de Londres, mais tarde o Bamba começou a namorar com a Manuela ( Nela ). Naqueles tempos frequentava-mos a Pastelaria Ribela, onde passava-mos belas tardes a recordar a nossa meninice. Convidei-o para o meu casamento e foi ele que fez o leilão e corte da minha gravata. Mais tarde casou com a Nela e passados uns anos rumou a Londres onde foi trabalhar. Foi com grande tristeza e pesar que recebi a triste noticia do falecimento do nosso amigo Carlos Alberto Freitas Alves “ BAMBA “ que subitamente nos deixou no dia 30 de Março de 2006, e ainda com muitos anos para poder confraternizar com os avilos que o estimavam, mas um pequeno problema de saúde, fez o coração partir para outro plano. Plano de outra vida de um grande amigo que privei na minha juventude.

Sempre dizia: “ terra que me fez, terra que me há de comer” .... Ainda não chegou lá, mas em breve a família deseja espalhar as cinzas dele nas águas da Baia de Luanda para que seja concretizado o seu desejo!!!

Quem privou com o Carlos Alberto, BAMBA era assim que os amigos o tratavam, jamais se esquecerão dele pelos mais diversos acontecimentos, e pela grande amizade.

Eu, em nome de todos os confrades da Confraria do Penico Dourado, de Lisboa e amigos de Guimarães, não podemos deixar de manifestar naquela hora trágica as nossas mais sinceras condolências à família enlutada.

Descansa em paz amigo, eu pessoalmente lembro-me sempre de ti.

ZÉ ANTUNES
2006