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16/05/2013

ZACARIAS E O CHEQUE


Naqueles tempos antes da Dipanda, ai no ano de 1974, Zacarias “ o Bom Moço “ andava bué de contente, lhe tinham arranjado um salo como porteiro de uns escritórios ali na baixa de Luanda, perto do Largo Serpa Pinto.

Zacarias estava mesmo sem fazer nada e esse salo veio em boa altura pois kitar mal é, estava mali mali. Ele falava sem kumbú estou frito.

Nos primeiros quinze dias sempre a bumbar sem faltas todo aprumadinho mesmo na banga, mas os cumbús ainda estavam a faltar, vai na tesouraria do escritório e fala:

Tenho ai uns mambos para saldar, queria então pedir um vale de 500 escudos, porque a situação está péssima, estou na penúria.

Lhe falaram que não podia ser, no fim do mês que lhe iam pagar tudo, mas Zacarias sabe chorar e lhe adiantaram 100 escudos, lhe falaram é o que temos em caixa agora só se trabalha com cheque.

Ainda assim desconsolado porque o kitare não chegava, porque ele queria rústir com a kivita numa funguta do Bairro do Rangel, na dona Amália.

Chega o tão esperado fim do mês, Dona Loudes a secretária do boss lhe chama:

Zacarias está aqui teu cheque, agora vais ai na esquina tem o Banco Comercial de Angola ( gerente era sobrinho do famoso Peyroteu ) assinas só aqui atrás e tens o teu salário, tudo certinho com o teu vale descontado.

Zacarias fica na bicha do banco, quando chega a sua vez entrega o cheque ao funcionário e todo sorrisos, fala para o funcionário: assino aonde mesmo?

O funcionário diz:

Vais assinar aqui, mas tens que me apresentar o teu documento para ver se está válido, para registar aqui no cheque.

Eh nada, me falaram só assina, meu documento não tenho, a camba lá do meu trabalho falou só que eu assino, como agora falas dos documentos.

O funcionário vai falar com o gerente pois a empresa em causa era boa cliente, talvez pudesse facilitar sem a amostragem dos documentos de identificação, só com a assinatura.

Nesse entretanto como a demora era muita, um madié, bem grande e cheio de cabedal que está a trás do Zacarias, já impaciente fala:

Como é “ oh meu “ assinas e dás os documentos, ou então levas aqui um enxerto de porrada que nem sabes donde vieste.

Zacarias todo intimidado grita para o funcionário do Banco:

Trás ai o cheque que eu assino e te dou os documentos, tu não falaste bem, este madié aqui, é que sabe falar.

Zacarias recebe os seus cumbús e sai do Banco todo feliz, nesse fim de semana vai com a barona rústir um pé de dança numa funguta.


ZÉ ANTUNES
1974

PADRE VERGÍLIO


Olá a todos 
 
A São Costa Pereira está inconsolável

Infelizmente venho por este meio informar que mais um amigo partiu...
Para os amigos do Bairro Popular nº. 2, que não tenham tido conhecimento, sirvo-me deste meio para cumprir o doloroso dever de vos informar do falecimento, dia 31.10.2011, pelas 03h00 da madrugada de doença súbita do nosso muito querido amigo, e companheiro, Padre Vergílio da Costa Pereira, 

Não sei se recordam, mas o Padre Vergílio era sobrinho do Padre da Igreja de Santa Ana o padre Costa Pereira e primo da nossa amiga que organiza os almoços do Bairro a São da Costa Pereira.

O corpo encontra-se em câmara ardente na Igreja do Carregado
Paz à sua alma, e a todos os familiares os meus sentimentos.

Agradeço que comuniquem também a outros amigos esta funesta ocorrência, pensando em todos quantos queiram e possam tributar-lhe, em presença, um derradeiro adeus.

Foi através do Carlos Abreu, que recebi esta noticia triste, a partida de mais um amigo de muitas jornadas e convívios, que muito prezava-mos pela sua amizade, carácter e lealdade. 

Em nome dos nossos amigos e companheiros, queremos associar-nos à vossa dor, deixar uma palavra de carinho e expressar a nossa solidariedade aos familiares e amigos, em especial à São Costa Pereira, com os nossos mais sinceros votos de pesar. Queremos também reafirmar que o Padre Vergílio e todos os outros amigos que partiram na frente serão sempre lembrados até que, a nossa memória se extinga. 
 
ZÉ ANTUNES
 

2011

11/05/2013

VIAGEM DE MOTO

Hoje, decorridos que são quase quarenta anos, foi em Agosto de 1973, da minha primeira viagem de moto, uma Honda 350 Scrambler, de Luanda a Nova Lisboa, vou aqui dizer como foi essa maravilhosa viagem em 1973. Comecei a trabalhar na Represental, Lda, no dia 01 de Agosto desse ano e logo nessa 6ª feira dia 03 e 2ª feira dia 06, pedi Licença para poder ir nesse fim de semana á tão desejada viagem.

Resolvemos eu e mais um grupo de avilos Jorge com a Honda 350 CB, Carlos com uma Yamaha 250, Mário com a Honda 350 CB e o Anacleto com uma TRIUMPH Trophy 650 e ainda o Victor Russo com Honda 350 CB, irmos a uma farra num fim de semana, onde estariam alguns amigos e amigas de Luanda, Nesse fim de semana 03, 04 e 05 de Agosto de 1973, também se realizavam as famosas seis horas de Nova Lisboa em Automóveis. As Garinas e outros avilos foram de automóvel, mais os pais de alguns, nós resolvemos fazer a viagem de moto. Pelos bons amigos tudo fazemos.  Lá me convenceram e fui


.
Honda CB 350 do Jorge a do Victor Russo era Verde Garrafa



Honda CB 350 do Mário

Posso dizer que, apesar da distância foi maravilhoso. Saimos de Luanda dia 03 de Agosto, pela manhã, e em Catete paramos, para tomar o matabicho numa mercearia onde trabalhava o Alfredo que tinha uma mota YAMAHA 650, que depois mais tarde vendeu ao Carlos Barbara, mais conhecido por BRONSON que morava na Rua de Serpa, matabicho degustado, motas abastecidas e ao fim da tarde chegamos ao Alto Wama. O cansaço estava a ser mais forte do que nós, resolvemos ir pernoitar á bela Cidade Teixeira da Silva ( Bailundo ), onde alguns de nós tinha-mos amigos, e em Nova Lisboa deveria estar tudo super lotado por causa do evento desportivo, que se realizava nesse fim de semana. Fomos a uma pensão, indicada pelo irmão do Gama, tendo o seu proprietário dito para estacionar-mos as motos junto das janelas dos quartos, no exterior, encostadas à parede, com os cadeados postos. A Pensão era num rés-do-chão, assim o fizemos. Após termos bebido umas cervejas, eu cansado que estava recolhi ao quarto para descansar até chegar a hora de ser servido o jantar. Deitei-me em cima da cama, e lá adormeci, só tendo acordado por volta das sete horas da manhã do dia seguinte. Dirigi-me à receção, a fim de pagar a estadia, e ao mesmo tempo tomar o pequeno-almoço. Onde já estava o pessoal, todos prontos para seguir-mos para Nova Lisboa.

Honda CB 350 Scrambler do Zé Antunes

Todavia foi-me perguntado, porque motivo não tinha comparecido para o jantar.

Tendo eu respondido, não compareci, porque vinha muito cansado e só acordei à poucos minutos, adormeci.

A viagem não terminou aqui, pelo que continuamos estrada fora em direção a Nova Lisboa. A distância no velocímetro
indicava termos percorrido 630 quilómetros. Mas, valeu a pena.



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                   Yamaha 250 do Carlos


s
Triumph trophy 650 do Anacleto

No dia 04 de Agosto lá fomos á farra, onde se dançou e se bebeu umas Cucas e Nocais, onde estivemos com as garinas de Luanda e outras de Nova Lisboa.

Dia 05 de Agosto assistimos ás corridas.


Selo de Correio alusivo ao evento ( Foto da net )




Bilhete para o ingresso das 06 H 00 de Nova Lisboa ( Foto da net )


Dormimos em Nova Lisboa e na Segunda feira de manhã, já estávamos de regresso a Luanda, nas calmas, tivemos que parar na Cela ( Waco Kungo ) pois a Yamaha do Carlos, teve uma avaria, partiu-se o cabo do acelerador, reparada a avaria, dirigimo-nos para a Gabela onde paramos para almoçar, tendo também parado no Dondo onde jantamos.



Cidade da Cela (Waco Kungo )

Chegamos a Luanda ao Posto de Combustível da Shell na Estrada de Catete o chamado 24 horas, ás 22 horas. Cansados mas felizes.

Foi a minha primeira grande viagem de moto.

Tudo o que é bom acaba depressa.

ZÉ ANTUNES

1973

08/05/2013

DEPOIS DO ADEUS 16 - 17- 18



EPISÓDIO 16 - “Ouvem-se os sinos tocar”

23 e 24 de Dezembro de 1975

Na noite de Natal, durante a vigília pelos presos do 25 de Novembro, Ana sai da prisão. Um dia antes, Catarina tinha sido libertada graças à intervenção do seu pai.
À espera de Ana está a mãe, o irmão, a tia, o primo e Teresa, finalmente aceite por Maria do Carmo.
Natália decide ir à vigília a...poiar o irmão, deixando o marido sem consoada depois de sofrer um rude golpe ao ver Joaquim de braço dado com a amante a entrar no Parque Mayer para assistir a um espectáculo.
Gonçalo tenta pedir perdão a Ana, mas Álvaro manda-o embora de sua casa. O rapaz acaba por escrever a palavra “desculpa” no chão da rua.
Através de um vizinho que vem de Angola, Nando fica a saber que os pais morreram. Sozinho e desesperado, o rapaz encontra algum conforto junto de Alferes e Teresa. Os três passam juntos a consoada.
Daniel procura Joana e pede-lhe para o aceitar de volta, mas a mulher não aceita. Atormentado pela vida, Daniel agarra no revólver e suicida-se.



17º EPISÓDIO - ANO NOVO VIDA NOVA

1 a 3 de janeiro de 1976

Com a entrada no novo ano, Maria do Carmo e Álvaro recebem uma má notícia. Dentro de dois dias terão de deixar a casa onde vivem. Sem outra solução à vista, eles são encaminhados pelo IARN para a “Colónia do Século”, no Estoril, um alojamento em camaratas com homens de um lado e mulheres do outro. Ana e João mostram-se revoltados e desanimados com a situação.
Joaquim consegue convencer a mulher que não tem uma amante. Entretanto na fábrica, sem encomendas nem dinheiro para pagar salários, discute-se a possibilidade do regresso do patrão.
Catarina não quer ir para Paris com os pais e acaba por convencê-los a ficar, graças à intervenção da mãe.
Joana vai viver com Teresa. Jorge vai até à campa do pai, onde chora revoltado mas sem o perdoar.



20 e 21 de janeiro de 1976

Samuel, que todos julgavam morto, aparece na pensão acompanhado pela Cruz Vermelha. Teresa exulta de contentamento por conseguir reaver o marido. Contudo, Samuel já não é a mesma pessoa: está cego e com graves perturbações psicológicas.
Na metalúrgica realiza-se uma nova assembleia-geral para vo
tar o regresso do patrão. Desta vez, por sugestão de Joaquim aconselhado por Álvaro, o voto é secreto e o “sim” vence. Casimiro regressa à fábrica e chama Álvaro para trabalhar com ele.
Na tentativa de arrendar uma casa, Álvaro é enganado por uma alegada agência e perde todo o dinheiro que a família tinha para viver até ao final do mês.
Rosário vai à procura de Joaquim. Natália apanha a amante do marido à porta de casa e confronta-a. A mulher acaba por se ir embora de vez da vida de Joaquim.
Gonçalo, que agora trabalha num escritório de advogados, vai para fora e Catarina aproveita para fazer uma festa em casa. Ana mente à mãe e fica em casa da amiga. No entanto, Gonçalo antecipa o regresso e, ao chegar a casa, vê Afonso a dormir junto a Ana no sofá, acabando por tirar conclusões erradas.

06/05/2013

TOMEM LÁ MAIS UMA DOSE DE AUSTERIDADE!


A catástrofe há tanto tempo anunciada, está aí! E com consequências impensáveis. Este governo é uma lástima e os seus mandantes uma tragédia"! Meus Senhores: Portugal vive desesperado e os Portugueses não aguentam mais. Estão a atravessar momentos dramáticos, acreditem! Aumenta o número de pessoas, que recorrem aos "bancos alimentares", não só aquelas que se encontram no desemprego, como aquelas outras, que não ganham o suficiente para fazer face ao elevado custo de vida, onde os preços dos bens essenciais continuam a subir e os rendimentos a baixar. Onde as rendas de casa e os preços da energia, têm vindo a aumentar, desmesuradamente, em benefício dos senhorios e capitalistas.
Onde os mais pobres são obrigados a optar entre manterem um teto ou passarem fome. Entretanto, a quantidade de portugueses a saírem de Portugal, nestes últimos anos, atingiu números próximos da emigração maciça dos anos 60 e 70. Os nossos cérebros jovens, estão a deixar-nos Sós. Uma loucura!

É que não aguentam mais essa desconsideração. Essa falta de respeito pelos Cidadãos, que pagam, COM MUITO SACRIFICIO, os seus impostos! Quase todos os dias, são anunciadas medidas de austeridade assustadoras. Aclamadas, umas vezes, pelo Sr. Ministro das Finanças; outras, contrariadas pelo Sr. Ministro da Economia, que por sua vez, são impugnadas ou contraditadas pelo Sr. Primeiro Ministro. Pode-se até considerar que existe, nessas incoerências ou contradições, um circuito ligado aos interesses do capitalismo: o poder político dos países mais fortes, cumprindo as orientações do capital financeiro instalado nos seus países, que impõem as regras dessa mesma "selvática" austeridade, para um desmesurado empobrecimento a Portugal, que terá de pagar com despedimentos, destruição do tecido produtivo, liquidação dos apoios sociais, etc..
 
Consequentemente, uma luta difícil! Mesmo muito difícil, se tivermos em conta os muitos e fortes obstáculos que se colocam aos trabalhadores e ao povo: as chantagens, as ameaças, represálias; o uso e abuso do poder, para impor medidas antidemocráticas e antipopulares; a intensa ofensiva ideológica veiculada pelos media dominantes, espalhando o medo, a resignação, a passividade, o conformismo, apresentando como "inevitabilidade" a austeridade, os roubos nos salários e reformas, o desemprego e a exploração brutal, menorizando a importância da Luta organizada do povo.
 
Uma Luta difícil, sem dúvida, mas, sem dúvida, para vencer!

C. S.

2013

AUTOMÓVEL ROUBADO


Numa de muitas tertúlias da Confraria nos anos de 1996, em que na baixa Lisboeta ainda não havia parquímetros e as viaturas que estacionavam na Praça do Comercio já tinham sido retiradas, era difícil estacionar. Muitos de nós estacionava-mos num parque da Refer atrás do Hotel Americano, que estava em obras e que dois Romenos controlavam e a troco de umas moedinhas, sempre arranjavam um lugarzito para estacionarmos.

Nesse ano, um belo dia de verão o nosso amigo José Cunha, estacionou a sua viatura no dito Parque e foi para o Bar Leão d`Douro onde já se encontravam outros confrades.

Convívio salutar, com muita cerveja e petiscos, amena cavaqueira sobre os mais variados temas.

Pelas vinte horas, depois de uma sugestão emanada pelo grande grão mestre da Confraria, resolvemos ir jantar a um Restaurante que abrira à poucos dias atrás, na Rua dos Douradores, Restaurante “O BESSA “.

O nosso bom amigo José Cunha, para não voltar ao Rossio, resolveu levar a viatura para a Rua dos Douradores, aquela hora deveria haver lugares já disponíveis, mas teve dificuldades em estacionar corretamente, deixando-a em cima do passeio.

Acabado o jantar e o convívio que durou até perto da meia noite, fomos em debandada cada um para suas casas, antes primeiro alguns de nós viemos para o parque de estacionamento no Rossio para reaver as nossas viaturas ali parqueadas.

O nosso amigo José Cunha veio também, connosco, não se lembrando mais que já tinha retirado o seu automóvel do Parque e estacionado na Rua dos Douradores. 

Chegando ao Parque não vê a sua viatura, nas maiores das calmas diz:

Roubaram-me o chiante, vou ali à Policia apresentar queixa.

Roubo participado, eu levo-o a casa.

No outro dia acorda todo sarapantado, e lembra-se de tudo o que fizera no dia anterior e sabe onde deixou a viatura estacionada, vem ao local na Rua dos Douradores, ai vê o automóvel, e constata que já lhe tinham passado uma multa de estacionamento proibido. Alguns de nós aconselhamos que ele fosse à Esquadra da Policia e dizer que a viatura já tinha aparecido.

Retira a viatura e estaciona-a no parque habitual e dirige-se à Esquadra do Rossio, explica ao agente que a viatura apareceu e que tinha uma multa.

A Policia diz-lhe para ele fazer um requerimento, relatando tudo o que se passara e um pedido para não pagar a multa, e para o processo ser arquivado, assim fez e foi-lhe perdoada a multa e o respetivo processo arquivado.

Curioso na altura de ele fazer o relatório da ocorrência ninguém perguntar que danos a viatura tivera, pois a viatura logicamente estava intacta.

O nosso amigo José Cunha, quando se lembra desta história e nos conta os pormenores é um fartote de risada, o certo é que até aos dias de hoje , ele nunca mais se esquece onde deixa o seu automóvel estacionado. 

ZÉ ANTUNES
1996



ALMOÇO CONVIVIO DOS Bº,S POPULARES 1 E 2. SARMENTO RODRIGUES E PALANCA


Tudo começou no dia 01 de Julho de 1988 já lá vão 24 encontros anuais. Este ano vamos comemorar o 25º. encontro (bodas de prata ou de porcelana como queiram chamar) o próximo encontro será no dia 04 de Maio de 2013. Apesar da crise em que vivemos, estou certo que vamos todos fazer um grande esforço para marcar presença, em mais um momento de grande confraternização, alegria e emoção. O nosso almoço este ano será no dia 04 de Maio de 2013 no Restaurante “ MANJAR DO MARQUÊS “ em Pombal.

Aproveitando esta deixa do Delmar, apelo a todos os nossos amigos do Bairro Popular, Sarmento Rodrigues e Palanca, que os que ainda não tenham enviado o endereço e o telemóvel ou telefone, bem assim como o mail, caso tenham, ou seja que não tenham a ficha na nossa base de dados que o façam, enviando para:


São Costa Pereira;
são.convivio@gmail.com – telemóvel 919290469 ou telefone fixo 263733440 ( a partir das 22 horas )

Carlos Abreu:
carlosabreu.convivio@gmail.com – telemóvel 917277193 ou telefone fixo 243993798

Zé Antunes:
joseantunes.convivio@gmail.com – telemóvel 919310743 ou telefone fixo 211022853 ( das 09h30 ás 17h00).

Caros amigos

O nosso Convívio teve lugar no Restaurante “MANJAR DO MARQUÊS” estrada Nacional nº 1 – POMBAL

Assim aqui vai um abraço da organização e os detalhes para que neste encontro estejam muitos amigos e respetivas famílias.

As famílias começaram a aparecer conforme programa delineado

CONCENTRAÇÃO – 11 h 00


HORA DO ALMOÇO – 13 h 00 – Servido à mesa

PREÇO POR PESSOA – 25 Euros

CRIANÇAS ENTRE OS 5 E OS 12 ANOS - 50% de desconto

CRIANÇAS ATÉ AOS 4 ANOS – Grátis

EMENTA

Aperitivos

Martini, Whisky, Gim, Vinho Verde, Águas, Sumos

Pão, Presunto Ibérico, Frutos Secos, Pasteis de Bacalhau, Rissóis

****
Sopa de Legumes

Filetes de Pescada com Arroz de Tomate

Rojões com Migas e Morcela


Leite Creme Queimado e Salada de Frutas

Café e Digestivos

Botequim incluído

Vinho Branco Verde e Tinto

Águas e Refrigerantes

A Ementa incluiu Bolo Comemorativo e Espumante

Antes mesmo da data do convívio o trio organizador foi recebendo mails que alguns convivas mandavam aos seu amigos e que nós agradavelmente recebia--mos dos quais destaco este, enviado pela nossa amiga BETY que foi pela primeira vez ao nosso convívio:

CARÍSSIMOS

É só para lembrar (sim, que os anos passam.... uuuuuuuuuu!!!!!!!!) o COMPROMISSO que temos de nos encontrarmos dia 4 de MAIO - não , não é amanhã, mas.... é já para a semana!!! é sábado! 

Vá, já marcaram na agenda?



Já desmarcaram tudo o que por engano ou por esquecimento (ih ih ih) tinham nesse dia?

Pois, é isso mesmo.

Assim é que somos meninos bonitos! Mais nada!

Toda a gente a caminho do 25º aniversário do "CONVÍVIO" Dos Bºs Populares 1 e 2, Sarmento Rodrigues e Palanca.

e para que tenham tudo, vão novamente (sim, que os anos passam!! eh eh eh ...... e ela a dar-lhe!!! IRRA!)

os documentos preciosos que o AGITADOR ZÉ ANTUNES nos enviou. Não há desculpas!

Então,
um beijinho
e até dia 4

Beti Sabino

Foi no passado dia 04 de Maio que se reuniram, na bonita cidade de Pombal, e no Restaurante “O MANJAR DO MARQUÊS” os ex-moradores e residentes dos Bairros Populares, Sarmento Rodrigues e Palanca, da nossa bela e saudosa Luanda, que não quiseram deixar passar em claro a comemoração do 25º aniversário.

Como aconteceu nos últimos anos, a presença de um número considerável de amigos fez-se notar, poderiam ser mais, mas possivelmente devido à distância geográfica que separa as suas residências do local do encontro, ou mesmo devido à grande crise em que o Pais está mergulhado, uma vez que praticamente todos são convidados para este evento.

Mas pela primeira vez e que são passados 25 anos de comemorações deste nosso evento, tivemos duas presenças novas, que adoraram o convívio e ficou a promessa de que para o ano voltarão.

Cumprindo o programa pré-estabelecido, pelas 11 h 00, deu-se o encontro dos convivas, que começaram a chegar e junto á escadaria do Restaurante, conviviam pondo as novidades e recordações em dia, procediam também ás fotos da praxe para mais tarde recordar.

Guardou-se como habitualmente um minuto de silêncio por todos aqueles que já não podem comparecer ao nosso convívio, mas que estão sempre no nosso coração e lembrar-nos-emos sempre deles.

Pelas 13 h 00 começou-se a degustar o menu que estava na ementa e nos convites enviados aos convivas, estava-se a fazer horas de "dar trabalho ao dente", continuando as conversas a versar os acontecimentos de outrora, por isso este convívio ( Luanda ) e de hoje ( Crise atual ) porque após 38 anos da nossa vinda de Angola ainda há muito para contar.

Findo o repasto entrou-se na animação e a música principalmente africana fez-se ouvir abrilhantada pelo Carros Torres e pelo António Cristiano Borges e todos deram o seu pezinho de dança. 

Terminou mais este encontro/convívio com o já sempre presente bolo comemorativo, e as respetivas taças de espumante que serviu de base às "saúdes" e às despedidas até ao próximo encontro a realizar já no próximo ano, que será num local deste pequeno, mas querido, Portugal. Até lá, um bem-haja a todos os convivas e aos organizadores de mais este convívio.



ZÉ ANTUNES

2013