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20/12/2013

BRITISH COUNCIL

   
Nesta quadra Natalícia tenho sido convidado a participar em diversos jantares e ao qual faço a honra de participar e conviver com colegas e amigos.


No dia 17 de Dezembro reuniram-se os colaboradores do British Council que aproveitaram para realizar o seu jantar de Natal no Restaurante Ógílín`s ( Irish pub )



Restaurante


Em todas as mesas como é tradicional no Reino Unido estavam pequenos tubinhos, com lembranças, adivinhas e provérbios, também estava uma fita de papel com o que cada conviva iria degustar, que previamente tinha sido escolhido.

Estas foram as Ementas da mesa onde eu estava integrado

Name: Pamela

Starter: Grilled Scallops and Bacon skewers brushed

With Basil and Olive oil infusion

Main course: Sesame crusted Tuna steak with spinach and

Tomato mash

Dessert: Irish Whiskev perfumed homemade Tiramisu

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Name: Idália

Starter: Sesame crusted Prawns with homemade

Mango Chutney

Main course: Fresh Vegetable Moussaka with Watercress

And Soybean sprout salad

Dessert: Irish Whiskev perfumed homemade Tiramisu

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Name: Gonçalves ( Zé Antunes )

Starter: Grilled Scallops and Bacon skewers brushed

With Basil and Olive oil infusion

Main course: Roastd Lamb Leg With Potato and Rosemary

“gratin”

Dessert: Irish Whiskev perfumed homemade Tiramisu

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Foi servido champanhe, vinho, águas, sumos e muita cerveja.

Depois de se saborear tão gostoso jantar houve música e cantoria, para os que mais afinados voz tinham, cantou-se cantos alusivos ao Natal onde todos serão um lá, mi, ré, pois as músicas eram bastante conhecida.


Foto da Mesa


Mais tarde por altura do café e dos digestivos a Nick ao microfone foi fazendo perguntas para serem respondidas num questionário que previamente havia sido entregue a todos, brincadeira séria para ver quem mais cultura e sabedoria tinham.

Claro que houve um vencedor, mas para o caso todos estavam felizes.

Na despedida desejou-se um Santo e feliz Natal e um próspero ano Novo





ZÉ ANTUNES

2013













18/12/2013

E AGORA? VAMOS SAIR DO EURO?


Para resolver todos esses problemas financeiros, que temos, penosamente, vindo a defrontar (austeridade), através de cortes nos salários e reformas, o aumento do desemprego, aumentos nos transportes públicos, na água e na eletricidade, enfim, a todo esse amontoado de divergências, que vieram a criar essa gigantesca crise sem precedentes e a nível internacional, seguida desta recessão económica, que…a saída do Euro seria solução ideal, para pôr fim a toda esta miséria! Será, que se sairmos do Euro e fazermos as desvalorizações competitivas da nova moeda nacional, era a única solução? Ou, colocados perante a crueza da realidade que é o conjunto de exigências de disciplina e rigor decorrentes da integração na moeda única, seria pagarmos as dívidas monstruosas entretanto contraídas? Como? 

Alterando radicalmente o estilo de vida que levamos, baseado num consumo moderado, cortando nas despesas, queimando as “gorduras” escondidas. Pergunto com mais atualidade: aceitar que a Troika nos continue a enfiar o “colete-de-forças” da disciplina do trabalho, do rigor e da poupança? Ou fazermos como certa esquerda propõe, que é o de dizermos, claramente, aos financiadores externos que não vamos pagar o que devemos? E lançar de novo, como pede essa mesma esquerda, uma política de estímulo à economia, acabando com a austeridade e reprogramando um ambicioso plano de investimentos do Estado, saindo do Euro.

Meus Senhores: Se saíssemos do Euro, o dinheiro depositado nos bancos em Portugal, “voava” para o estrangeiro num ápice e, o sistema bancário ia à falência em pouco tempo. Reparem: se disséssemos aos nossos credores internacionais, que íamos escolher uma moeda própria, para a poder desvalorizar logo a seguir e que, por isso, já não podíamos nem sequer queríamos pagar as nossas dívidas, não estaríamos a condenar o País a viver em pobreza humilhante, durante os próximos 40, 50 anos? É claro que muita gente, principalmente os “rendeiros” deste regime, preferiam voltar ao escudo a perder privilégios.

Mas, uma coisa é certa, a maioria seria facilmente enganada com a saída do Euro e, com moeda própria, então, sim, os pobres ficariam muito mais pobres e os ricos mais facilmente se protegeriam. Portanto, e em resumo, o que não se deve fazer: sair do Euro! Devemos pagar as dívidas em euros, para reconquistarmos a confiança dos investidores e fazer tudo, não só para garantir o crescimento económico, mas…como “cortar” nas despesas do Estado, aliviando, deste modo, aqueles que mais sofrem e que mais necessidades têm de sobreviver, a toda esta “criminosa” austeridade.

Cruz dos Santos
2013


 

14/12/2013

O BORRABOTAS !


Por natureza, o homem é gregário e isto implica em estar integrado na sociedade e ter à sua volta outros indivíduos. 

Pois, o mais certo, quase de certeza, entre estes, está o Borrabotas a que me refiro. Talvez ainda não te apercebesses, mas certamente até já tivesses tomado junto umas cervejas e quem sabe, já não sentiste nas costas, as palmadinhas da praxe, em aparente boa harmonia. Digo aparente, porque tu que és bom, que és são, nem te passa pela cabeça que as tuas frases, ou simples palavras, estariam a ser dissecadas no intuito cínico de nelas ser descoberto algo que o Borrabotas possa apelidar de ofensivo ou depreciativo para alguém, principalmente para indivíduos de quem estais na dependência. Quantas alusões cínicas o Borrabotas te teria já feito para provocar em ti alguma reacção na qual ele pudesse imaginar, porque o veneno das tuas reacções é pura imaginação do Borrabotas, uma vez que tu és bom, sério e honesto nas tuas acções e até reacções.

Por isso é que nem fazes ideia, o trabalho de sapa, que se desenrola à tua volta, e de que poderás ser vítima, como quase sempre acontece aos que por não serem cínicos só tarde dão conta do cinismo que os rodeia. Repara ainda que tanta vez até os influenciáveis, acabam por cair nas malhas da teia que subtilmente e a coberto das patifarias que te foram feitas, e outros, lhes estará sendo urdida, e que mais cedo ou mais tarde também os imobilizará, porque o Borrabotas, não denegride só num sentido. Para estes, a teia demora mais tempo e, tem de ser feita com melhores fibras e com maior subtileza, para mais facilmente os imobilizar e neutralizar à custa do veneno que hábil e lentamente estará sendo destilado para esse efeito. E quem sabe, se neste momento até, aqueles influenciáveis já estarão sentido os efeitos do Borrabotas! Não é nenhuma novidade a presença do Borrabotas na sociedade. Já Viriato e Sertório foram vítimas do Borrabotas, que por sua vez também fez rolar no cadafalso a cabeça de Robespierre, que se considerava seguro na sua quase omnipotente posição. Até Jesus Cristo foi empurrado para o calvário por intriga tecida à sua volta.

Continua o teu trabalho sério e honesto, mas cuidado....descobre o Borrabotas para te defenderes dele, com prudência, pois só assim, poderás evitar as suas nefastas artimanhas. Contra a gripe, há a vacina! Mas contra o Borrabotas, ainda nada se inventou .


CRUZ DOS SANTOS
2013

JANTAR DE NATAL

Nesta época Natalícia, os jantares de Natal onde as Empresas ou  um grupo de amigos organizam estes convívios gastronómicos.
Todos juntos divertem-se e saboreia-se os bons petiscos que nos são oferecidos, claro que regados com bons vinhos, ou outras bebidas para os que têm a rsponsabilidade da condução de quaisquer veiculo .
Tradicionalmente este ano não fugiu á regra e o convivio gastronómico e báquico , que há uns anos a esta parte  se chamava de jantar dos “A.R.D. s “ foi no belo  acolhedor Restaurante em Queluz , foi no “Poço “ no dia 07 de Dezembro, onde foram servidos como pratos principais um delicioso  Bacalhau á moda  da casa e uma Picanha fatiada com frutos tropicais, ambos os pitéus estavam devinais, foi comer e chorar por mais 
Foram servidas sobremesas variadas que estavam deliciosas.
Tiram-se fotos para mais tarde recordar.
Contaram-se algumas histórias que animaram a noite de tão salutar convívio.
Findo o repasto cada um foi para suas casas,  outros foram acabar a noite num bar de música Africana, onde se bebeu mais uns xiripitis.
Ficou a promessa de que para o ano estejamos todos reunidos de novo.


Zé Antunes
2013

WORKSHOPS


Neste mês de Novembro, Domingo de Primavera. Ou seja o chamado verão de São Martinho. Este encontro há bastante tempo que estava programado.

Era um encontro ( um Workshops) sobre novas tecnologias de Desenho Assistido por Computador ( ACAD), apresentação de uma nova versão.

As pessoas iam chegando e logo se integravam nos vários grupos de amigos e conhecidos, e lá se iam relembrando e relatando acontecimentos mais recentes de suas vidas, bem como relatos dos seus passados, histórias de cada um.
Já na apresentação do ano de 2012, ao falarmos de África, mais propriamente de Angola, conheci duas pessoas O Ricardo e a Manuela, nesse ano de 2012 tinham acabado de chegar de Angola, depois de um mês de férias, junto do filho, que lá se encontra a trabalhar claro que o tema da nossa conversa foi invariavelmente as últimas noticias de Luanda.
Este ano não fugimos ao tema e lá vieram as recordações da nossa querida e amada Luanda.

Contaram-me que o filho se encontra-se em Luanda a trabalhar no novo projecto de Remodelação dos Bairros periféricos a Luanda.

Este casal antes da sua vinda para Lisboa viviam em Dalatando, onde conheci alguns elememtos da tropa Portuguesa, e outros amigos que jogavam futebol na Equipa de os “ Dinizes”, no ano de 1973 fui com amigos partecipar no grande Prémio de Motocrosse de Salazar na altura a cidade tinha este nome.

Acabada a apresentação do Workshops ficou a promessa de se organizar um convivio, para recordar aqueles tempos da nossa juventude.

ZÉ ANTUNES
2013

BODAS DE CORAL

 

35º ANO DE CASAMENTO
Pois é, no dia 02 de Dezembro, eu e a Princesa do Uíje, celebramos mais um aniversário de casamento, o 35ª aniversário, que segundo dizem são bodas de Coral. Não sei para onde foram todos esses anos, mas conto festejar muitos mais.

O coral é formado pelo acúmulo de sedimentos, ganhando forma e intensa durabilidade com o passar do tempo, assim como deve acontecer em um casamento. A cada dia, a relação vai sendo moldada, ganhando forma,
força e durabilidade. Com isso, pequenos obstáculos vão sendo deixados para trás.

Alianças

 
 
Bodas de casamento é uma comemoração que celebra o aniversário de casamento, onde se renova as promessas trocadas entre o casal.

Boda é uma palavra que tem origem no latim "vota", que significa "promessa". O nome é mais usado no plural: bodas, que se refere aos votos matrimoniais feitos no dia do casamento.

As bodas de casamento são comemoradas na data em que foi celebrada a cerimônia de casamento. Para cada ano de bodas foi estabelecido um material representativo para nomear o período. No ocidente as bodas mais festejadas são a de prata, que comemora 25 anos de casamento e a de ouro que comemora 50 anos.

Os católicos comemoram os aniversários de casamento em eventos na Igreja, onde renovam os votos da união.

     Casamento em 02-12-1978

As festas das bodas surgiu na Alemanha, onde era costume de pequenos povoados, oferecer uma coroa de prata aos casais que completassem 25 anos de casados, e outra de ouro aos que chegassem aos 50. Então, com o passar dos séculos, foram criadas outras simbologias para os anos que ficam entre os 25 e os 50, e quanto mais tempo de casado, maior é a importância do material, que vai do mais frágil ao mais valorizado.

Este dia foi comemorado só entre nós os dois com um saboroso jantar.

Decidimos que ofereceremos um almoço á familia e a alguns amigos, alguns destes amigos que estiveram no dia 02 de Dezembro de 1978 na Cerimónia na Igreja de Fermentões e no copo de água em Guimarães.

No almoço para as nossas boda de Coral, em data a designar serão servidos todos os sabores de tão apetitosas iguarias, confeccionados pela Marinha ( São ). O almoço será uma Moamba de Galinha regada com bom vinho Alentejano.

Lá para o fim da tarde será saboreado um bolo comemorativo com a respectiva decoração alusiva ás Bodas de Coral.

Far-se-á o brinde tradicional a todos os presentes, e também nos lembraremos dos ausentes.


     Zé Antunes e Marinha em 02-12-2013


Assim será a comemoração da nossa Boda de Coral.

Todos os anos de casados têm a sua boda, o seu aniversário e as suas comemorações.

Esperamos no futuro comemorarmoa algo mais, sinal que ainda estamos junto daqueles que amamos.

Eis a lista de todas as Bodas

Nome das bodas:

01º - Bodas de Papel
02º - Bodas de Algodão
03º - Bodas de Couro ou Trigo
04º - Bodas de Flores, Frutas ou Cera
05º - Bodas de Madeira ou Ferro
06º - Bodas de Açúcar ou Perfume
07º - Bodas de Latão ou Lã
08º - Bodas de Barro ou Papoula
09º - Bodas de Cerâmica ou Vime
10º - Bodas de Estanho ou Zinco
11º - Bodas de Aço
12º - Bodas de Seda ou Ônix
13º - Bodas de Linho ou Renda
14º - Bodas de Marfim
15º - Bodas de Cristal
20º - Bodas de Porcelana
25º - Bodas de Prata
30º - Bodas de Pérola
35º - Bodas de Coral
40º - Bodas de Esmeralda
45º - Bodas de Rubi
50º - Bodas de Ouro
55º - Bodas de Ametista
60º - Bodas de Diamante
65º - Bodas de Platina
70º - Bodas de Vinho
75º - Bodas de Brilhante ou Alabastro
80º - Bodas de Nogueira ou Carvalho
85º - Bodas de Girassol
90º - Bodas de Álamo
100º - Bodas de Jequitibá




ZÉ ANTUNES
2013

03/12/2013

SENHORES GOVERNANTES: HÁ MUITA GENTE NA MISÉRIA!

CARO E BOM AMIGO "DU PÊTO"

ZÉ ANTUNES

Para o blogue

LUANDA TROPICAL

Junto envio-te um trabalho, que me deu a maior felicidade de redigir, por ter conseguido transpor para o papel, toda a inspiração sentida, em defesa dos mais necessitados.

Portanto, com um forte ABRAÇO, dos que são maiores que os braços - longos e leais - como a verdadeira Amizade que sempre nos tem unido, remeto-te a crónica, que é uma espécie de chamada de atenção aos senhores governantes deste parco país, à beira-mar soterrado.

 
Enquanto se confrontam todas essas excelências, com argumentos repetitivos e embelezados de uma filosofia já gasta, discussões parlamentares e debates televisivos (que não aquecem, nem arrefecem), e se diverte o “pagode” com as telenovelas e o “lixo” da “casa dos segredos”…Do outro lado da rua, milhares de pessoas vivem na miséria, dormindo em caixotes de cartão que lhes servem de casa e as calçadas de cama. Mora ali a miséria coberta pelas esquinas, habita entre nós, envergonhada pela fome. Rostos de gente esfomeada, de deportados, massacres chegam aos nossos sofás, aos nossos maples, às vezes em tempo real, quanto mais não seja por intermédio de ecrãs televisivos, entre duas doses de publicidade. Marchas, manifestações contra a Austeridade, contra a corrupção, contra as injustiças, contra os despedimentos e impostos…O desastre está em marcha, perfeitamente específico. A sua principal arma é a rapidez com que se insere, a capacidade de não inquietar, de surgir com naturalidade e como algo de inerente. Obedeceremos à interdição que nos afasta de angústias estagnantes, simultâneas às nossas vidas. Esqueceremos como é longo, lento, supliciante, o tempo que a infelicidade destila nas veias. Não detetaremos o sofrimento vergonhoso de estar a mais, de incomodar. O terror de ser inadequado. Do “mau aspeto” e do “mal vestido”. A lassidão de ser tratado como um estorvo, mesmo por si próprio, representado por um “batalhão” de Desempregados. Onde o mais nefasto (mais grave) não é o desemprego em si, mas o sofrimento que engendra e que provém, para muitos, da sua inadequação com o que o define. Angústia desses “excluídos”, dos que estão em vias de o ser e acerca dos quais nos esquece, nos esquecerá depressa que estão desesperadamente inscritos, cada um deles, com um nome, com uma consciência, ainda que nem sempre com um “domicílio fixo”. Cada um preso desse corpo que necessita de alimento, abrigo, cuidados, sobrevivência e que dolorosamente os subjuga. Lá estão eles, com as respetivas idades, os punhos, os cabelos, as veias, o estômago. Com o seu tempo deteriorado. O seu nascimento, que ocorreu e que foi, para cada um deles, o começo do mundo, o limiar do tempo vivido que os conduziu à atual situação. Olhares de adultos pobres e de velhos pobres – mas ainda se pode saber que idade têm? Olhares sem esperanças. Muitas vezes, não há pior angústia, pior tremor que a esperança. Portanto, instaura-se o esquecimento. Impõe-se, cada vez mais, a distância em relação aos outros e sobretudo a dos outros, que deste modo se furtam à angústia de talvez terem, um dia, de fazer parte do mesmo lote. Ninguém quer identificar-se com sombras que perderam a identidade. 

E cá estamos num mundo novo mas, esfarrapado, defraudado e amordaçado, dirigido por essas potências segundo sistemas inéditos, e no seio do qual, agindo e reagindo como se nada se tratasse, onde continuamos a sonhar, em função de uma organização e de uma economia que deixaram de funcionar. A nossa passividade deixa-nos nas malhas de uma rede política que cobre por inteiro a paisagem planetária.

Deste teu Amigo, e sempre ao dispor

CRUZ DOS SANTOS 

2013