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18/09/2013

FRANCAMENTE! VIVEMOS CADA VEZ MAIS POBRES!



Centenas de milhares de famílias não conseguem, hoje, pagar os seus compromissos bancários. O desemprego, tem “atirado”, com muitos portugueses, fora das suas habitações e levadas ao desespero. Esta tragédia, é o resultado da impreparação de muitos cidadãos (honestos e sérios), como da cobiça irresponsável e sem limites, duma Banca que se aproveitou de tudo e todos. Milhares de professores, que ficaram este ano sem colocação. Diversos serviços em hospitais públicos, que foram encerrados. 

Milhares de portugueses, que sofrem e morrem, sem dinheiro para medicamentos e à fome. Centenas de Jovens estudantes, que ficaram este ano sem bolsas de estudo, sendo coagidos a deixar o Ensino. Milhares de jovens licenciados e bem qualificados (o futuro deste país), a serem obrigados a emigrar, porque para este governo, só há lugar para os seus amigos e correligionários. Seguem-se as rendas de casa, deste parco país acorrentado pela Troika e FMI. Sobre este assunto polémico, diz o ilustre Professor catedrático de matemática e doutorado em Engenharia Industrial, Paulo de Morais, o seguinte (passo a citar): “…temos milhares de portugueses a viver em casas alugadas com rendas antigas e que, por isso, não abdicam dos alugueres baixos, de cinquenta ou até cem euros. De que outra alternativa dispõem, se não há mercado de arrendamento a preços aceitáveis?
 
 Assim, ficam sentenciados a morar em casas, sem manutenção, se vão progressivamente degradando. Infelizmente, quando chegam ao fim de uma vida de trabalho, muitos portugueses, vivem em situação de insalubridade e até de insegurança. O congelamento das rendas, que aparentemente iria defender os inquilinos, revelou-se uma fraude. E as alterações legislativas dos últimos anos não resolveram problema nenhum”. Em contrapartida, são distribuídas casas e subsídios a uma "cáfila" de malandros - estrangeiros - que aqui se vem refugiar. Já lá dizia o Poeta António Aleixo: "Quem trabalha e mata a fome / Não come o pão de ninguém; / Mas quem não trabalha e come, / Come sempre o pão de alguém". 

Andam as crianças a ir para a escola sem tomar o pequeno-almoço porque há famílias que só têm dinheiro para pagar as rendas, para não dormirem na rua. Foram cortados os nossos subsídios (que tínhamos direito), para ajudar a pagar a dívida portuguesa ao estrangeiro. A agravar toda esta situação, há senhorios a viverem em grandes mansões (com duas ou três vivendas, casa de praia e campo); há outros, que vivem na miséria, a receberem módicas quantias de renda que mal chega para comer. Assim como acontece também com a maioria dos inquilinos, nomeadamente com a maioria dos idosos, que auferem reformas de miséria, e que se vêm agora confrontados com aumentos, que são um verdadeiro “roubo”, às suas parcas economias.
 
 A acrescentar a todo este descalabro, adiciona-se o aumento (dia sim, dia não), do preço dos combustíveis: gasolina e gasóleo; do gás e eletricidade; dos bens essenciais de consumo, a par do acréscimo de custos nos transportes públicos e da anulação dos descontos nos passes, para os idosos. Francamente! Resta-nos perguntar: como iremos sobreviver perante todas estas injustiças e dramas, cometidas por esta "Corja" de corruptos?

Cruz dos Santos

2013
 

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